Macae Turismo

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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

OLYMPOS, UMA VILA GREGA PERDIDA NO TEMPO

Olympos
Fonte: http://www.viajoteca.com/
Por: por 

Olympos é uma bela e remota vila de Karpathos, uma das ilhas do arquipélago Dodecaneso na Grécia. Esta vila, de excepcional beleza, está localizada a 58 km a noroeste de Pigadia, a capital de Karpathos e é conhecida por manter as tradições de centenas de anos de idade.

Olympos cidade toda Olympos, uma vila grega perdida no tempo

Esta pequena vila de de 556 habitantes vivia até não muito tempo isolada do mundo, o que fez com que seus costumes permanecessem os mesmos de séculos atrás. A rede de eletricidade existe apenas desde 1980 na vila e a estrada que liga Olympos com as demais cidades da ilha foi iniciada nos idos de 1990 e foi concluída somente neste ano de 2014! Somente no início de 1990 que barcos de passeio começaram a sair regularmente de Karpathos (Pigadia) para o porto de Diafani, o porto mais perto e a partir dali, em uma estrada aberta em 1970, seguia-se de ônibus até esta aldeia de montanha.

Olympos cidade toda1 Olympos, uma vila grega perdida no tempo

Hoje, além do passeio de barco saindo de Pigadia, pode-se chegar lá confortavelmente de carro alugado. Só a ida até Olympos é um grande passeio em si, já que a estrada atravessa aldeias tradicionais, belos vales verdes e penhascos com o mar azul transparente a muitos metros abaixo, até se chegar a este belo assentamento que fica na encosta de uma montanha. No caminho ainda se passa pelas mais lindas praias de Karpathos, como Apella, Achata e Kyra Panagia.

O turismo durante a temporada de verão é nos dias de hoje uma importante fonte de renda dos moradores e tem diminuído a importância da agricultura que foi o que sustentou o moradores por décadas, já que até meados do século XX, os habitantes tinham de cultivar alimentos para sua própria subsistência por estarem praticamente isolados do mundo.


Olympos foi construída no século VII como um refúgio dos habitantes dos antigos assentamentos Vourgounda, Tristomo, da ilha de Saria e da antiga Vrykous que fugiram dos constantes ataques de piratas e sarracenos. A vila foi construída no alto da montanha, a 97 metros de altura, próxima ao mar, mas no flanco interior, portanto mesmo estando próxima ao mar, quando os piratas passavam ao largo não conseguiam ver a vila, já que ela está num vale sem visualização.


Este isolamento do mundo exterior influenciou não só do antigo dialeto dórico, que é até hoje percebido na língua do Olymbites (os moradores), mas também na arte, cultura e nos costumes primitivos, que são encontrados em todos os lugares da vila. A aldeia em si é um museu vivo, com uma atmosfera idílica e onde as senhoras ainda usam os trajes tradicionais locais.

Olympos habitante Olympos, uma vila grega perdida no tempo
Moradora de Olympos

Olympos construções antigas Olympos, uma vila grega perdida no tempo
Construções antigas pela vila

Olympos é famosa por seus belos moinhos de vento antigos feitos de pedras e suas ruas estreitas e labirínticas, que como na maioria das vilas de Karpathos, não entram carros e a única forma de se locomover é a pé, o que não é um problema, já que as vilas são realmente pequenas, contando com somente algumas ruas. Pela viela principal de Olympos encontram-se algumas lojas de souvenirs com artigos feitos nos arredores como azeite de oliva, patês, artigos em couro, sabonetes, entre outros. Mas até os imãs feitos na China já estão presentes!


O edifício mais notável da cidade foi construído no século XV e é a igreja paroquial Kimisi tis Panagías que fica na pracinha principal da vila. O relevo na torre do sino que apresenta a Virgem Maria em trajes local, rodeado pelos arcanjos Miguel e Gabriel é moderna e foi feito no ano de 2002. Dentro da igreja é um iconostasis valioso da primeira metade do século XVIII. Todos os anos, no dia 15 de agosto a vila organiza um grande festival dedicado à Assunção da Virgem: as mulheres usam trajes tradicionais, os homens tocam instrumentos musicais tradicionais e todos comem e dançam juntos. Além da igreja principal encontram-se várias capelas menores na vila e em torno de Olympos.

Olympos igreja1 Olympos, uma vila grega perdida no tempo

Uma das atrações imperdíveis, além da vista do alto do morro, são os últimos moinhos de vento típicos alinhados na encosta da montanha. Os moinhos eram usados para moer a farinha usada para fazer o pão escuro tradicional nos fornos de lenha e que ainda podem ser comprados por ali. Há também uma espécie de museu em uma das casas mostrando bordados e outros pequenos itens do dia-a-dia dos moradores.




No Vimeo eu encontrei um belo Timelapse do pôr do sol em Olympos:


Para quem deseja alugar um quadríciculo para ir até Olympos, que é a forma que eu sempre vou até lá quando estamos na ilha, recomendo a Million Motorbikes que fica em Amopi, já que sua dona, a Fay, é uma simpatia e sempre pronta a negociar.
Então. Que tal conhecer a Grécia??Entre já em contato com a Macaé Turismo. Temos excelentes preços de passagens aéreas e hoteis da região. Consulte nos já: www.macaeturismoonline.com.br 


14 LUGARES IMPERDÍVEIS EM VANCOUVER

Fonte: http://www.viajoteca.com/
o que fazer em vancouver
por  

Ahhh Vancouver! Não é sem motivo que esta cidade de cerca de 600 mil habitantes é eleita recorrentemente entre uma das melhores cidades para se viver no mundo. Por essas e outras selecionei 14 lugares imperdíveis em Vancouver para se visitar, alguns gratuitos e outros não!
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Inuksuk é o nome dado a esse tipo de estrutura de pedras criada pelos povos nativos do norte do Canadá, também chamados de Inuit.
Usado como ponto de referência para rotas de viagem, locais de pesca, acampamentos, áreas de caça, locais de culto, ou para marcar estoque de alimentos. Hoje um símbolo canadense!
Geologicamente ela tem uma combinação rara, mar e montanha, o que proporciona cenários corriqueiros lindos como ver o pôr do sol na English Bay, apreciar toda a cidade de cima da Grouse Mountain e passear de aquabus pela False Creek.
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Pôr-do-sol em English Bay
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Aquabus pelo False Creek e no fundo os predios de Yaletown
Adoro também o fato de como o verão é a representação da vida e da alegria para os países ao norte. Eles celebram o verão, dão valor e tentam aproveitar cada segundo dele numa ânsia que nos espanta. E isso é bastante intensificado em Vancouver, pois com a disponibilidade de cenários incríveis como o Stanley Park, Kitsilano beach, Capilano Suspension Bridge e o Queen Elizabeth Park você vê as pessoas curtindo esse momento em todos os lugares. Eles amam um piquenique!
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Kitsilano Beach
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Capilano Bridge
Circula também por lá uma vibe bastante saudável. Diferente dos índices de obesidade que conhecemos na America do Norte, achei em Vancouver a grande maioria das pessoas magra e parecem ter o exercício como um hobby diário. No mercado público da Granville Island e até mesmo nos supermercados da cidade você encontra muitos alimentos orgânicos e frangos criados soltos.
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Sunset Bridge desde Burrard Bridge!
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Granville Island
Uma mescla diferente acontece também em Gastown, misturando a velha arquitetura e locais históricos da cidade com o que há de mais novo na moda.
Robson Street é pop! Com lojas que conhecemos bem e amamos.
E tem jardins! Jardins muito bem cuidados como o VanDusen Botanical Garden e o Dr. Sun Yat-Sen Classical Chinese Garden.
Pra quem quer historia e arte tem o UBC Museu de Antropologia com coleções incríveis de totens e utensílios de todos os tipos das primeiras nações canadense. Os voluntários e guias são demais!
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UBC Museu de Antropologia
A cidade tem fácil acesso a cadeirantes, atrações magníficas para as crianças e adultos como o aquário, programas e lugares gratuitos e pagos para ir… tudo sempre com um cenário incrível e uma vibração muito excepcional!
Vancouver definitivamente deveria estar na sua lista de lugares para conhecer!

Segue abaixo minhas listas de lugares preferidos.

7 lugares gratuitos que você não pode deixar de visitar em Vancouver
  1. Stanley Park
  2. Pôr do Sol na English Bay
  3. Granville Island
  4. Queen Elizabeth Park
  5. Kitsilano beach
  6. Gastown
  7. Robson Street
7 lugares pagos que você não pode deixar de visitar em Vancouver por que valem a pena
  1. Aquário (C$29)
  2. UBC Museu de Antropologia (C$16.75)
  3. Grouse Mountain (C$41.95 – alpine experience)
  4. VanDusen Botanical Garden (C$10.75)
  5. Dr. Sun Yat-Sen Classical Chinese Garden (C$14)
  6. Capilano Suspension Bridge (C$35.95)
  7. Passeio de aquabus pela False Creek (C$3.25)
Então. Vamos para Vancouver?Consulte já a Macaé Turismo. Acesse já nosso site: www.macaeturismoonline.com.br / Os melhores preços de passagens aereas e hospedagens estão em nosso site. 

Regras e dicas para passar na alfândega brasileira

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Postado por Flávia Peixoto

alfandega1Que brasileiro adora comprinhas todo mundo sabe, já citei isso até no post sobre a devolução de impostos em compras no exterior. E o que acontece muitas vezes, não apenas por falta de informação mas como também por excesso de otimismo pra não falar de uma dose exagerada de ousadia e até mesmo “cara de pau”, é que muitas compras ficam ali no aeroporto, ao passar pela alfândega. Pra evitar isso resolvi fazer esse resumão, com as regras e algumas dicas.
Começando com as regrinhas..
A Receita Federal diz “No seu retorno ao Brasil, você pode trazer mercadorias, sem o pagamento de tributos, desde que estejam incluídas no conceito de bagagem” , e aí está o detalhe de tudo: o que seria a bagagem?
Seriam os bens do viajante, novos ou usados, destinados ao uso e consumo pessoal, inclusive aqueles para presentear ou para uso profissional. E nisso entram: roupas, sapatos (ou quaisquer artigos de vestuários), lembrancinhasprodutos de higiene, cosméticos, livros. Alguns equipamentos entram nessa listinha, e para a alegria de muitos, desde 2010, a alfândega deu uma aliviada: celulares, câmeras digitais e leitores de livros eletrônicossão considerados de uso pessoal, portanto não entram na soma para o cálculo da cota. Significa que se você viajou e comprou uma câmera na viagem, ela entra no conceito de bagagem e portanto não vai usar o valor dela na cota. Assim como o celular, se você viajou e comprou um aparelho para usar na viagem, ele também não entra na cota, pois também é considerado de uso pessoal.
Porém, para isso é preciso que você não tenha nenhuma outra máquina ou celular na bagagem, e se tiver, os novos aparelhos entram sim no valor da cota.
Computadores, tablets, filmadoras, notebooks não se enquadram nesse conceito de uso pessoal da Receita, o que gera muita confusão das pessoas.

Falando na cota, vou detalhar um pouco os limites para que não pague tributos no que trouxer na viagem, que são 2: valor $ (cota) e quantidades.
A cota ou o limite de valor global individual é de US$ 500, se a viagem for de avião ou navio, e US$ 300 se a viagem for de carro ou via fluvial. Cada viajante tem sua cota, mesmo sendo crianças, que não pode ser somada com a de outro viajante para trazer um bem com valor maior que a cota.
Além do limite global, existe o limite quantitativo:
Viagem de avião ou navio:
–  bebidas alcoólicas: 12 litros – Note que 12 litros não são 12 garrafas, com certeza dá pra trazer mais que isso. Em relação a esse item, lembrar que crianças, na verdade menores de 18 anos, não podem trazer bebidas alcóolicas, portanto não pode trazer usando a cota dos filhos.
–  cigarros: 10 maços com 20 unidades cada um; charutos ou cigarrilhas: 25 unidades, no total; fumo: 250 gramas, no total. Assim como no caso das bebidas, menores de 18 anos não podem trazer nenhum desses artigos de tabacaria.
– souvenir, presentinhos ou lembrancinhas de valor unitário inferior a US$ 10:  não pode trazer mais de 20 unidades, sendo que não pode trazer mais de 10 idênticas.
– bens que não foram relacionados em nenhum dos itens: 20 unidades no total sendo que não pode ter mais 3 idênticos.
Viagem de carro:
–  bebidas alcoólicas: 12 litros – Note que 12 litros não são 12 garrafas, com certeza dá pra trazer mais que isso. Em relação a esse item, lembrar que crianças, na verdade menores de 18 anos, não podem trazer bebidas alcóolicas, portanto não pode trazer usando a cota dos filhos.
–  cigarros: 10 maços com 20 unidades cada um; charutos ou cigarrilhas: 25 unidades, no total; fumo: 250 gramas, no total. Assim como no caso das bebidas, menores de 18 anos não podem trazer nenhum desses artigos de tabacaria.
– souvenir, presentinhos ou lembrancinhas de valor unitário inferior a US$ 5:  não pode trazer mais de 20 unidades, sendo que não pode trazer mais de 10 idênticas.
– bens que não foram relacionados em nenhum dos itens: 10 unidades no total sendo que não pode ter mais 3 idênticos.

Agora vamos falar de dicas e vida real.. até porque nem sempre estar dentro das regras significa que esteja ok e não seja pego na aduana e tendo que pagar os impostos. Exemplo.. comprar 10 cremes hidratantes de uma mesma marca mas de aromas diferentes, ou 10 camisas de uma mesma marca mas de cores diferentes, enfim..  às vezes mesmo estando dentro dos limites, os agentes podem desconfiar de vários produtos parecidos e achar que não é para consumo próprio e sim para revenda.
Como isso varia muito, na verdade chega a ser um critério quase subjetivo, seguem algumas dicas para passar na aduana brasileira, desde que não esteja com o limite comprometido e não tenha declarado:
– Se está indo em família, divida as compras proporcionalmente nas malas, incluindo as crianças, para que não acabe sendo parado e uma das malas estar com todas as compras da viagem e as outras sem nada.
– Tire os produtos das embalagens, não apenas para acomodar melhor na mala, mas para não chamar a atenção no raio x. Também não custa tirar as etiquetas das roupas, pois mesmo sendo bens de consumo próprio, se o fiscal encrencar com algo e ainda tiver muitas roupas novas, a desconfiança dele pode aumentar.
– Espere a família, caso esteja com ela,  para passar junto na alfândega. É mais difícil pararem famílias do que pessoas sozinhas. E mesmo que pare, é  melhor ter a família por perto caso haja algum imprevisto.
– Guarde todas as notas fiscais das compras de eletrônicos, e não esqueça de levar as notas fiscais de eletrônicos que esteja levando na viagem para provar que não comprou lá. E ainda.. não falsifique notas fiscais!
E por fim não minta. Se passou o limite da cota, declare através da DBA (declaração de bagagem acompanhada) e se dirija ao setor de “Bens a declarar”. Sim, sei que temos muitos impostos no  Brasil, mas é o procedimento correto. E se isso não for o suficiente pra convencer basta ver como funciona caso seja pego:
Declarando pela DBA: O imposto cobrado é 50% do valor do excedente da cota.
Se não declarar e for pego: imposto de 50% do valor do excedente da cota + multa de 50% sobre o excedente. Nada menos que o dobro ou o      equivalente ao seu excedente todo.
Claro que sempre é possível tentar a sorte, mas leve em consideração que pode ser bem pior se for pego.
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Caso tenha mais dúvidas do que pode ou não trazer, sobre os limite e procedimentos, acesse o site da receita que foi de onde tirei as informações.
Post atualizado em 22/07/2014

Qual é a melhor época para ir para Orlando?

Postado por Flávia Peixoto
Fonte: http://www.viajaretudodebom.com.br/


Magic Kingdom cheio no Spring Break da Flórida
Magic Kingdom cheio no Spring Break da Flórida
Essa pergunta já me fizeram algumas vezes e a primeira resposta que dou é: qual a sua melhor época pra ir? Isso porque nem sempre podemos tirar férias quando queremos, ou os filhos não podem, assim como o orçamento pode atrapalhar a viagem, não podendo esta ser feita em baixa temporada, e por aí vai. Mas, existem dois fatores que podem atrapalhar e muito a sua viagem, relacionados ao destino:

Lotação dos parques
Algumas épocas são conhecidas como lotadas: Natal, Revéillon, férias de verão dos EUA que são em junho e julho, alguns feriados também de lá como o Thanksgiving, Columbus Day e All Presidents Day. Mas eu ainda acho que o pior é o  Spring break. um recesso de cerca de 10 dias no início da primavera, em todas as escolas, universidades. O interessante é que cada estado tem uma data de Spring break, que pode variar de fevereiro a abril. Esse ano, morando aqui em Miami, eu encarei a aventura de ir com as meninas para lá bem no meio do Spring Break daqui, sabe aquela decisão que você toma e não pensa? Pois é… Estava LOTADO, como eu nunca vi antes! Engarrafamento na International Dr, fila de 4 horas e meia pra tirar foto com a Anna e Elsa e por aí vai… Depois dessa experiência negativa, fica aqui a dica para fugir do Spring Break da Flórida, pois quem pode ir de carro, vai, e vai mesmo, até porque nós moradores da Flórida temos descontos nas entradas dos parques. Para fugir dessas datas, vale a pena dar uma olhada nesse link  já para 2015 de Miami (esse é garantido porque uso para saber das férias e feriados das filhas). Alguns sites disponibilizam uma espécie de calendário de lotação como o  Undercover Tourist  , o Easy WDW e o Touring Plans (lembrando que estou indicando porque uso, não garanto as informações) . 
Quanto à época mais vazia e que para o brasileiro é perfeita, o mês de janeiro é imbatível, assim como no nosso carnaval, pois aqui não existe nada disso, nem as férias, nem o feriado. O problema de janeiro, na minha opnião, é o clima, e vou falar disso mais pra frente. Maio e outubro também não são meses cheios .


Clima
fim de março, e ao chegar no parque, tarde, estava 13 graus, de noite fez muito frio
fim de março, e ao chegar no parque, tarde (meio dia) estava 13 graus, de noite fez muito frio
Como vocês sabem, os Estados Unidos ficam no hemisfério Norte e portanto quando é verão no Brasil é inverno aqui e vice versa. E em Orlando, apesar de estar na Flórida, um estado quente, faz frio sim, chegando a ter temperaturas negativas (já vi até uns -4), nos meses de inverno e até mesmo na primavera é possível pegar uma temperatura bem baixa. Engraçado é que Miami é pertinho de Orlando, 3, 4 horas de carro, e só essa “subida” para o Norte, já faz a temperatura cair uns 4, 5 graus. Mas, Walt Disney não escolheu a região central da Flórida por acaso: o clima é quente em boa parte do ano (é possível pegar 25 graus C até em janeiro), ameno em outras  e frio em alguns poucos momentos, além de ser uma área mais protegida de furacões.
Na minha opnião os melhores meses em termos de temperatura são abril, maio, setembro e outubro, que infelizmente não são períodos de férias no Brasil, mas é possível juntar uns feriados e fazer a viagem. Junho começa uma época de chuvas, ás vezes chove quase todos os dias na parte da tarde e  da noite, sendo que é tipo tempestade, com muitos raios e trovões, e isso faz os parque fecharem. Julho é quente até para carioca como eu, mas em compensação, pra quem quer fugir do inverno do Brasil é um prato cheio!


filas pra tudo no spring break
filas longas pra tudo no spring break
Enfim Está pensando em ir visitar os Parques de Orlando. Entre já em contato com a Macaé Turismo. 
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Agora, assim, se você perguntar: Flávia, se você pudesse escolher uma época só para ir à Orlando todos os anos? A minha resposta é: Fim de abril e começo de maio. Clima perfeito, sem calor e sem frio, dá pra ir nosparques aquáticos, dá pra curtir a piscina do hotel, não tem filas, não tem feriado americano, é primavera, é época doEpcot International Flower & Garden Festival, .. enfim.. eu adoro!