Macae Turismo

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segunda-feira, 8 de julho de 2019

Como tirar o visto para os Estados Unidos: passo a passo

Os Estados Unidos exigem visto de brasileiros para a entrada em território norte-americano. Veja, passo a passo, como tirar o visto para os EUA

Tire todas as suas dúvidas sobre como tirar o visto para entrar nos Estados Unidos (iStock/)

Atualizado em 18 de dezembro de 2018

Passo 1. Determine o tipo de visto que você quer para viajar para os Estados Unidos

O visto de turista comum é o B-2. Mas existem outros tipos. Para saber mais sobre isso e verificar em qual categoria o seu visto vai se encaixar, veja detalhes no site das embaixadas e consulados dos Estados Unidos no Brasil.

Passo 2. Preencha o formulário DS-160

Vistos de turismo, estudo, negócios e outros de não-imigrantes exigem o preenchimento do formulário DS-160. Clique aqui para preencher (em inglês). Se você não fala inglês, uma dica: colocando o cursor em cima da pergunta, aparece a tradução em português.
Antes de iniciar o preenchimento, selecione a cidade onde você fará o processo de solicitação do visto (no Brasil, você pode escolher entre São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Recife) e clique em “Start an Application”. Anote o número do seu formulário e a resposta à pergunta de segurança. Certifique-se também de que possui todas as informações que serão pedidas, como passaportes (o atual e, se tiver, antigos), contato no Brasil e endereço e telefone do local onde pretende ficar nos Estados Unidos.
Preencha, nas duas primeiras páginas, seus dados pessoais: nome e sobrenome tal como estão no passaporte, outros nomes, se houver (de solteiro, por exemplo), sexo, estado civil, data e local de nascimento, nacionalidade, se você vive em um país diferente daquele de sua nacionalidade e RG ou CPF.
Na próxima página, preencha seu endereço, endereço de correspondência, telefones e e-mail. Na sequência, o formulário pede os dados do passaporte (tipo, número, data e local de emissão, data de validade e se você já perdeu ou teve um passaporte roubado) e da viagem (propósito – turismo, negócios, etc -, data estimada de chegada, tempo de permanência, endereço nos Estados Unidos e quem está pagando pela sua viagem).
Se ainda não souber o endereço de permanência nos EUA, digite “N/A” (not available, e traduzindo, não disponível). Nunca deixe o campo em branco e forneça respostas completas e corretas.
Depois, especifique se existem outras pessoas viajando com você, detalhes de viagens anteriores aos Estados Unidos, contato do local em que pretende ficar, dados dos seus pais e de parentes vivendo nos EUA, se houver, e dados de trabalho/estudos (empresa, endereço, renda mensal e descrição das atividades).
Por fim, responda a uma série de perguntas de segurança, como se você tem doenças contagiosas ou se já foi preso. O formulário também pede por informações que não dizem respeito a brasileiros, como números de documentos americanos, então se você não as tiver, escolha a opção “Does Not Apply” (não se aplica).
Qualquer erro (até mesmo de digitação) poderá resultar em reagendamento de entrevista. Fique atento ao preenchimento e salve cada etapa para evitar que a página expire e você precise reiniciar o processo.
Salvando o formulário, você pode acessá-lo mais tarde para terminar o preenchimento. Você terá a chance de revisar as informações antes de enviá-las eletronicamente.

Passo 3. Pague a taxa MRV

Todos os requerentes devem pagar pela taxa MRV no valor de U$ 160 com exceção dos que estão aplicando pelo visto A (diplomatas e funcionários de governos estrangeiros) e G (funcionários de organismos internacionais). Dependendo do visto, podem haver taxas adicionais (como no de estudante). Para saber todas as taxas, consulte aqui.
Se pagar com boleto, deve saber que o Consulado pode levar até três dias para confirmar o recebimento. Para mais rapidez, pague com cartão de crédito.

Passo 4. Agende a entrevista

Você deve marcar seus agendamentos no site do governo americano sobre vistos para brasileiros. São dois, um no Centro de Solicitação de Visto, para coletar as digitais e tirar foto, e outro no consulado, para entrevista – para vistos de negócios ou turismo (B1/B2), jovens menores que 16 anos e idosos maiores que 66 estão isentos.
Você pode remarcar a entrevista quantas vezes quiser.

Passo 5. Separe a documentação

Para não correr risco de perder a viagem ou ter o visto negado, cheque se você está com tudo o que precisa: passaporte (para brasileiros, deve ser válido pelo menos até o dia de retorno ao país de origem), página de confirmação do preenchimento do formulário DS-160 e página de confirmação de agendamento.
É bom também levar documentos que mostrem vínculos com o Brasil, como declaração de faculdade, comprovante de emprego, extratos bancários, imposto de renda, certidão de casamento, holerites, etc.

Passo 6. Compareça ao CASV e ao Consulado

Endereços dos CASVs:
Belo HorizonteEd. Celta – R. Maranhão, 310 – Loja 1 – Santa Efigênia, Belo Horizonte (MG) 30150-330
BrasíliaVenâncio 2000 SCS, Quadra 8, Bloco B, Sala 340, Setor Comercial Sul Brasília (DF) 70333-900
RecifeComercial Bandeira – Av. Herculano Bandeira, 949, Pina, Recife (PE) 51110-130
Rio de JaneiroLagoa Corporate – R. Humaitá, 275, Loja A – Humaitá, Rio de Janeiro (RJ) 22261-001
São PauloAv. José Maria Whitaker, 370- Vila Mariana, São Paulo (SP) 04057-000
Porto Alegre Av. Assis Brasil, 1712 – Passo d’Areia, Porto Alegre (RS) 91010-001
Endereços das Embaixadas e Consulados:
BrasíliaSES – Av. das Nações, Quadra 801, Lote 03 – Brasília (DF) 70403-900
RecifeRua Gonçalves Maia, 163 – Boa Vista – Recife (PE) 50070-060
Rio de JaneiroAv. Presidente Wilson, 147 – Castelo – Rio de Janeiro (RJ) 20030-020
São PauloRua Henri Dunant, 500, Chácara Santo Antônio – São Paulo (SP) 04709-110
Porto AlegreAv. Assis Brasil, 1889, Passo d’Areia – Porto Alegre (RS) 91010-004
Deseja viajar aos Estados Unidos? Consulte a Macaé Turismo ou a Destino Americas. Acesse nossos sites: www.macaeturismo.com.br ou www.destinoamericas.com.br 

sábado, 27 de outubro de 2018

Vem aí o maior navio de cruzeiros da história do Brasil

FONTE: https://www.panrotas.com.br/msc-cruzeiros/mercado/2018/10/vem-ai-o-maior-navio-de-cruzeiros-da-historia-do-brasil_159727.html

O País está próximo de contar com o maior e mais moderno navio de cruzeiros a navegar na costa brasileira. Isso porque a MSC Cruzeiros trará, pela primeira vez, o novíssimo navio MSC Seaview para o Brasil, a principal novidade da temporada 2018/2019 por aqui.

O transatlântico com a mais ampla área externa dos mares, com vários ambientes internos e paredes de vidro que permitem belas vistas do oceano, possui entretenimento para toda a família. Opções para o bem-estar e atividades fitness, vasta e reconhecida gastronomia, conceito e design únicos são apenas alguns dos atrativos para os brasileiros, que buscarão o agente de viagens para conhecer essa novidade grandiosa trazida pela armadora. Vem aí o seu maior motivo para vender cruzeiros no País.

Com 323 metros de comprimento, 72 metros de altura e capacidade para 5,3 mil hóspedes distribuídos em 11 diferentes tipos de cabine, o navio foi inspirado em um inovador conceito de residencial de praia e proporciona, ao viajante, uma exclusiva experiência de proximidade com o mar. A promenade de 360 graus, na altura do deck 8, atua como a animada área de lazer, com bares, restaurantes, lojas e muito mais com um belo visual do oceano.

GASTRONOMIA

No quesito gastronômico, além dos dois buffets disponíveis durante quase todo o dia, o transatlântico soma outros nove restaurantes à la carte. Destes, seis são de especialidades, entre eles o Ocean Cay by Ramon Freixa, primeiro restaurante em alto mar do premiado chef espanhol, e o Asian Market Kitchen by Roy Yamaguchi, que é o segundo restaurante em parceria com o chef pan-asiático.

SOL E MAR

O MSC Seaview ainda oferece uma rica variedade de opções de entretenimento para todas as idades. Aqueles que gostam de uma boa dose de adrenalina terão a oportunidade de se aventurar na maior tirolesa dos mares. Já quem gosta de apreciar as belas paisagens e o oceano, a vista da Ponte dos Suspiros, localizada a 40 metros de altura, é de tirar o fôlego.

Para relaxar ao sol, estão à disposição dos viajantes cinco piscinas. Uma delas, inclusive, está situada no deck 7, onde cria uma experiência ainda mais próxima entre hóspede e o mar. O navio ainda soma 13 hidromassagens e um parque aquático completo com vários toboáguas. Para os pequenos, o Baby Club e os Mini Clubs, elaborados em parcerias com Chicco e Lego, são pura diversão.

À NOITE

Durante as noites, shows ao estilo Broadway levam mágica ao teatro, que tem capacidade para 934 pessoas, enquanto quem prefere algo mais agitado pode dançar na discoteca ou aproveitar os diversos bares e lounges. As instalações do navio ainda oferecem pistas de boliche, cinema XD, simulador de Fórmula 1 e outros games.

FITNESS E BEM-ESTAR

Os conceitos de luxo e bem-estar também não ficam de fora do novo Seaview. Além do salão de beleza, barbearia e uma academia equipada com aparelhos de última geração, da Technogym, o navio também conta com o exclusivo MSC Aurea Spa.

Ele oferece uma autêntica experiência balinesa em alto mar, com variadas opções de tratamentos. São mais de 20 tipos de massagem, 19 tratamentos corporais e 19 faciais, aromaterapia, manicures, pedicures, sauna e banho turco.

EXPERIÊNCIA LUXUOSA

No exclusivo MSC Yacht Club, a experiência é totalmente voltada para o público que busca exclusividade, privacidade e um serviço ainda mais personalizado. O produto de luxo da MSC Cruzeiros chega ampliado neste novo navio, com um espaço ainda maior e regalias como mordomo 24 horas, piscina, solário e restaurantes dedicados e acesso exclusivo ao MSC Aurea Spa.

ROTEIROS

Com embarques de Santos (SP) e Salvador, de dezembro deste ano a março de 2019, o MSC Seaview realizará cruzeiros de 3 a 7 noites pelas praias tropicais do Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil nesta temporada.

Então chegou a hora de reservar seu cruzeiro. Entre ja em contato com  a Macae Turismo. (22)2791-3462/99790-8504 watsapp 



domingo, 30 de abril de 2017

7 coisas que você precisa saber antes de ir à Flórida

FONTE: http://www.viagensdicas.com/america-do-norte/estados-unidos/florida/coisas-saber-primeira-viagem-florida/

Sobre Alyson Darugna

Alyson Regis Darugna é formado em Comunicação Social, casado, pai da bela Martina, cidadão brasileiro e italiano. Vive em Blumenau, Santa Catarina. Ama viajar e possui um interesse ainda maior pelo norte da Itália, pela Flórida em geral e pela Disney em particular. Fluente em Inglês e Italiano, possui também interesse pela língua Alemã. Tem como grandes hobbies a leitura, ficar por dentro de novas tecnologias, e, acima de tudo, viajar.

7 coisas que você precisa saber antes de ir à Flórida

 

Quando eu e minha esposa fomos para Orlando e Miami pela primeira vez nós não sabíamos de muita coisa que teria nos ajudado bastante naquela ocasião. Por sorte, desde a primeira vez que fomos, já tivemos a oportunidade de voltar algumas vezes e, com o tempo, nossa experiência por lá vem sendo cada vez melhor.
Por isto decidimos compartilhar algumas coisas com você que, com certeza, vão tornar suas viagens para estas duas cidades da Flórida (e não só lá), muito melhores.
As docas no parque Magic Kingdom
As docas no parque Magic Kingdom

1- Os parques Disney são enormes

Sinceramente, eu não tinha ideia do quão enormes eram os parques da Disney, até que eu fui e os visitei pela primeira vez.

Por que eu gostaria de saber disso antes de ir pela primeira vez para a Flórida?

A razão é muito simples: Eu teria utilizado técnicas para evitar problemas.
As técnicas possíveis são várias e vão desde praticar caminhadas durante algumas semanas que antecedem à viagem, até saber o que calçar.
No quesito o que calçar já descarte imediatamente os tênis novos, recém comprados na viagem. Eles têm a tendência enorme de causarem calos por não estarem adaptados ao formato dos seus pés.
Outra coisa é evitar chinelos e Crocs. Pense comigo, se você fosse sair para uma caminhada de 10 à 15km em sua cidade, você faria isto de chinelos e Crocs, ou com um calçado adequado, como tênis macios, por exemplo.
Na Disney use a mesma estratégia, pois você vai caminhar realmente uns bons quilômetros. A maratona já começa nos estacionamentos dos parques, que são enormes. Até existem os Trams, que levam você do estacionamento até bem perto dos portões de entrada dos parques, mas dependendo onde você conseguir estacionar o seu caro, ainda assim terá de caminhar bastante. E muitas vezes, principalmente se você chegou cedo, em vez de esperar o Tram, pode valer a pena ir caminhando.
Você vai caminhar muitos quilômetros por dia em suas visitas aos parques Disney.
Depois de você entrar no parque, serão mais muitos quilômetros de caminhada nas várias horas que você vai ficar por lá. Já fiquei 13 horas dentro de um mesmo parque (Magic Kingdom) mais de uma vez.
Além de utilizar calçados adequados para longas caminhadas (tênis que já tenha se adaptado ao formato dos seus pés), outra estratégia bastante útil é começar a praticar longas caminhadas assim que você definir que vai viajar para a Disney e Orlando.
Você pode começar com uns 2km sem problemas, mas tenha a meta de chegar a caminhar 7km ou mais sem problema algum de cansaço ou dores, pois na Disney serão consideravelmente mais de 7km por dia o que você acabará caminhando.

2- Há restaurantes incríveis dentro dos parques Disney

Quando eu e minha esposa fomos pela primeira vez à Disney, em nossa lua de mel, não tínhamos noção de que por lá há restaurantes incríveis esperando para serem experimentados.
Resultado: acabamos ficando no basicão do Fast Food.
Pizza, um dos itens básicos de Fast Food na Disney
Pizza, um dos itens básicos de Fast Food na Disney
Tudo bem, Fast Food nos Estados Unidos, e principalmente dentro dos parques da Disney, pode ser delicioso, é claro!
Mas o nível de tematização, a qualidade do serviço e dos ingredientes de um restaurante de serviço completo não podem ser comparados à relativa simplicidade das lanchonetes de Fast Food.
De lá pra cá, nunca mais deixamos de experimentar os restaurantes de serviço completo (Table Service) nos parques da Disney. Já tivemos a oportunidade de testar e aprovar mais de um em cada parque, e todos são ótimos.
Alguns destaques:

No Magic Kingdom

No Epcot

Belo (e delicioso) frango sobre berço de legumes, no Restaurante Akershus, no parque Epcot
Belo (e delicioso) frango sobre berço de legumes, no Restaurante Akershus, no parque Epcot

No Hollywood Studios

  • Hollywood & Vine
  • Mama Melrose Ristorante Italiano
  • Sci-Fi Dine-In

No Animal Kingdom

Mesmo que você vá com a ideia de economizar ao máximo, e de mergulhar nos Snacks e itens de Fast Food dos parques da Disney, não deixe de reservar e provar ao menos um restaurante de serviço completo. Você não vai se arrepender. De preferência um em cada parque, mas ao menos um ao todo.

3- Nem tudo por lá é Disney

Isso é algo muito comum, as pessoas usam o termo Disney para se referirem inclusive aos parques concorrentes, como os da Universal ou os do grupo do Sea World.
Esta tendência de chamar tudo de Disney é uma faca de dois gumes. Por um lado fica clara a liderança da Disney, já no que diz respeito ao Marketing (o nome Disney é o mais associado com o mundo de parques temáticos).
Por outro lado, muitas pessoas acabam nem diferenciando o que é Disney do que não é. Isso é certamente prejudicial para a Disney, que preza bem mais pela qualidade e experiência do usuário (não estou falando aqui de preferências pessoais, mas sim de nível de preocupação com a qualidade nos detalhes).
O famoso globo giratório da Universal, perto da entrada do parque Universal Studios
O famoso globo giratório da Universal, perto da entrada do parque Universal Studios
Mas se você está aqui no Blog Viagens Dicas, e durou até esta parte do texto, creio ser justo assumir que você se importa o suficiente para diferenciar cada grupo de parques temáticos, e valorizar cada um pelo que tem de melhor (ex.: Disney = tematização e qualidade nos detalhes e atendimento ao visitante. Universal = atrações mais radicais e maior foco nos filmes. Sea World = mundo aquático visto de perto).
Quando estiver por lá, aprofunde ainda mais esta diferença estre os parques de cada grupo, repare nos detalhes, acabamento, boa vontade dos funcionários, manutenção, qualidade dos restaurantes, preocupação com necessidades especiais (intolerância à Lactose, por exemplo), etc.
Eu realmente acredito que quanto maior a imersão que você puder ter nas atrações e nestes detalhes, melhor. Mas mesmo que você vá sem reparar nestes detalhes, garantidamente vai aproveitar bastante e vai querer voltar. E, quem sabe na segunda, terceira ou enésima vez que voltar, estes detalhes vão ficar mais evidentes também pra você.

4- Furacões e crocodilos

Eu jamais deixaria de ir à Flórida por qualquer uma destas razões, mas… Eu preciso comentar com vocês pois elas existem.
Antes de explicar o que são, vamos começar com o seguinte: Cada uma destas coisas, apesar de real, tem uma probabilidade quase nula de atingir você e sua família. Estas informações estão aqui pois este é o nosso papel, lhe informar para que você tome decisões baseadas em fatos, e não em especulações.
Primeiro, o mais conhecido dos fenômenos que acontecem por lá, os Furacões.

Furacões na Flórida

A Flórida se encontra em uma área muito propensa a furacões. A Flórida é o estado com a maior linha costeira na área composta pelo Golfo do México e toda a costa leste dos Estados Unidos. Com tanta “exposição” ao mar, as chances de um furacão atingirem  o estado são consideráveis.
Esta propensão é ainda aumentada quando se considera a geografia do estado, que é uma península quase que completamente plana, espremida entre o Mar do Caribe e o Oceano Atlântico. Uma área de encontro entre correntes mais quentes e outras mais frias.
Os furacões são alimentados por ar quente e úmido, e por isso eles costumam se formar ao longo da linha do Equador e áreas próximas.
Todas as características acima fazem da Flórida o estado ideal para a formação de furacões, mas…
Furacões não atingiram a terra na Flórida por um recorde de 11 anos agora. O último deles a deixar um estrago grande por ter atingido a terra foi o Furacão Wilma, em 2005. Um bom alívio, não é mesmo?

Mas e as tais Tempestades Tropicais?

Pois é, existe uma escala de intensidade para essas coisas, antes de ser considerado um furacão (em função da velocidade do vento), existem as Tempestades Tropicais. Elas também apresentam ventos e chuvas fortes, podem causar algum estrago, mas não podem ser confundidas com furacões, que tem um poder destruidor muito maior.
De 2006 pra cá, a Flórida teve 8 Tempestades Tropicais que chegaram em terra. Isso dá quase 1 por ano. Mas estas não deveriam lhe causar muito medo, visto que as chances de grandes estragos não são tão consideráveis. Por outro lado, uma Tempestade Tropical pode evoluir e se tornar um furacão.
Além disso, tempestades tropicais podem também causar enchentes e alagamentos. E, em alguns casos, tornados podem se formar a partir de tempestades tropicais.
Ventos entre 35 e 73 milhas por hora, configuram uma tempestade tropical, já quando os ventos possuem uma velocidade de 74 ou mais milhar por hora, ele passa a ser considerado um furacão de categoria 1, a mais “branda” delas. Ao todo são 5 as categorias de furacões, sendo que a mais intensa delas começa com ventos a partir de 157 milhas por hora, e estes possuem uma força completamente destruidora.

Crocodilos e jacarés

Em função do triste acontecimento recente no Disney’s Grand Floridian Resort & Spa, hotel de alto nível localizado praticamente ao lado do parque Magic Kingdom, o tema dos crocodilos e jacarés da Flórida veio com força à tona.
De acordo com Kenneth Krysko, um especialista em répteis e anfíbios no Florida Museum of Natural History e que é expert nos crocodilos e jacarés da Flórida, “Não há canais ou lagos na Flórida onde não existam crocodilos ou jacarés”.
Já que eles estão por toda a parte, eu devo me preocupar o tempo todo quando estou por lá, ou pior, cancelar minha viagem à Flórida?
Certamente não.
Por mais que a presença dos crocodilos e jacarés seja um fato, e que eles estão presentes em quantidades enormes, a chance de você ser ferido por um animal é mínima.
Sim, acontecem com frequência os avistamentos destes animais, até mesmo em áreas residenciais. Eu mesmo já presenciei um pequeno crocodilo tentando comer um peixe muito grande para seu tamanho, e tendo dificuldade de engoli-lo. E isso aconteceu na pacata Celebration.
Mas é importante ressaltar que eles não costumam atacar humanos, muitas vezes eles inclusive se assustam com a nossa presença. De acordo com uma reportagem da ABC News, um dos problemas é que pessoas estariam alimentando os crocodilos nos hotéis do complexo Disney mesmo sabendo que esta prática seria desencorajada, e com isso estes animais estariam se aproximando ainda mais dos humanos.
Em resumo, evite ficar próximo de lagos e canais no início da manhã e ao final do dia, quando estes animais podem sair para procurar alimentos, principalmente se a orla tiver vegetação mais densa. Além disso, não entre em lagos e canais, nem mesmo na parte rasa.
E não deixe de visitar este incrível estado por causa disso, lembre-se, as chances de você ser ferido por um crocodilo ou jacaré são mínimas. De acordo com o artigo citado acima, foram registradas 24 fatalidades causadas por crocodilos e jacarés desde 1948, ano em que este registro começou a ser computado.

5- Significado de Outlet

É vergonhoso mas, em nossa primeira viagem para a Flórida, a palavra Outlet tinha um, e apenas um significado pra mim, e era o de shopping de descontos.
E isso não poderia ser mais distante de ser verdade. A palavra Outlet tem inúmeros significados e, o significado tão querido dos brasileiros parece não ser o primeiro que vem à cabeça dos nativos quando você utiliza esta palavra ao falar com eles.
Em 2009 os aparelhos de GPS eram menos práticos e intuitivos do que eles são hoje, 6 anos depois. Tudo no mundo da tecnologia muda muito rápido, e os aparelhos de assistência à navegação não são uma exceção.
Na prática, estávamos utilizando o GPS da locadora Hertz, que já vinha no carro alugado, e era uma unidade chamada NeverLost, sem tela de toque. As entradas de texto para inserção de um novo endereço eram ainda mais complicadas do que são hoje (o Google Maps, Waze, e até o Apple Maps tornaram isso tudo muito mais prático).
Eu e minha esposa estávamos em um posto de gasolina e, resolvemos perguntar para um morador sobre nosso destino, o Outlet. Resultado, ele não entendia o que eu queria dizer. Ele entendia minhas frases, ele só não estava sacando o que eu queria dizer com a palavra Outlet.
Eu realmente tive de dizer que eu estava procurando um shopping com lojas que vendem produtos de marcas conhecidas por preços descontados para ele entender do que se tratava.
No fim deu tudo certo, e eu lembro disso com carinho. Mas se eu tivesse ido mais preparado, não teria passado por este inconveniente de falar um palavra tendo certeza do significado, sendo que lá o significado que eu pretendia passar não é o principal, e muito menos o único.

Outros significados da palavra Outlet:

  • Tomada elétrica
  • Saída (como em No Outlet = [rua] sem saída)
  • Canal de TV ou outro meio de comunicação
  • Um riacho que tem sua origem em um lago

6- Já que falamos de Outlet: Se gostou, compre!

Quando você está em um grande Shopping ou Outlet, é bem comum ficar indeciso sobre a compra de algum item que parece barato, mas deixa aquela dúvida: “E se na outra loja estiver ainda mais barato?”.
Esta é certamente uma dúvida válida, mas a verdade é que, naqueles shoppings imensos, você não terá pique pra voltar na loja onde havia gostado de algum item.
E se você voltar, há ainda a possibilidade de que o item tenha se esgotado, o seu tamanho não estar mais disponível, sua cor favorita não existir mais, ou pior: você nem lembrar mais onde tinha visto aquele item.
Então quando você estiver em uma loja, encontrar um item que você precisa ou que lhe tenha agradado, e o preço lhe parecer bom, compre! Evite arrependimentos e compre do que gostar assim que encontrar. Isso evita idas e vindas desnecessárias dentro de shoppings ou plazas (aquelas quadras onde se concentram diversas lojas e possuem amplo estacionamento).
Não esqueça de que cada minuto de sua viagem tem um valor (e um custo) bastante alto. Tempo é dinheiro, principalmente em viagem. Não perca tempo indo e vindo, tentando economizar 5 ou 10 dólares, o prejuízo da perda de tempo tende a ser maior.

7- Direita livre no trânsito

Esta é uma das várias dicas que aprendemos com o nosso amigo Carlos, que vive na Flórida há uma década e meia.
As estradas da Flórida (e de grande parte dos Estados Unidos) possuem várias pistas. Nas sinaleiras (semáforos) a pista da direita costuma ser exclusiva para convergir à direita. E você em geral não precisa esperar a sinaleira abrir para seguir e virar à direita, mas atenção, você precisa dar prioridade aos veículos da rua transversal e também aos pedestres, mesmo que não haja pedestres e nem trânsito, mesmo assim você precisa fazer uma parada total antes de seguir, assim como em qualquer cruzamento normal.
Carros virando à direita com o semáforo em luz vermelha
Carros virando à direita com o semáforo em luz vermelha
E mais, é esperado de você que siga à direita assim que possível, pois o motorista que está atrás de você tem o mesmo plano (desde que ele conheça as regras).
Portanto, se a sinaleira estiver vermelha mas não estiver vindo carro naquela faixa, e também não houver pedestres atravessando a rua, siga em frente, sem medo de ser multado.
Há exceções à esta regra?
Com certeza! Você deve considerar que é permitido desde que não exista um aviso do contrário. O aviso mais comum diz algo como: “No Turn on Red“.

Ítem bônus: Você não conseguirá ver tudo, independente do números de dias que ficará por lá

Uma característica minha e da minha esposa é que nós não só aguentamos, como realmente preferimos permanências mais longas no exterior quando viajamos.
Já havíamos aplicado esta abordagem na Europa, e quando decidimos visitar os Estados Unidos (visitamos Orlando + Miami + NYC) pela primeira vez, sabíamos que ficaríamos mais de 2 semanas, e na hora de fechar, acabamos com 18 noites no destino, o que pode parecer muito, mas sempre sobram atrações e faltam dias.
Placa com nome de atrações no parque Disney's Hollywood Studios
Placa com nome de atrações no parque Disney’s Hollywood Studios
Na prática, mesmo tendo visitado a Flórida várias vezes, falta muito a ser visto e experienciado por nós lá.

O que isto quer dizer na prática?

Você nem de longe vai ver tudo o que há pra ser visto por lá, nem na cidade e arredores, e nem nos parques.
Desconfie sempre de alguém que foi uma vez e voltou dizendo que viu e fez tudo. Talvez ele não esteja mentindo por maldade, ele só não sabe o que está falando.
Os parques da Disney são enormes e, mesmo tendo estado dezenas de vezes neles, pra mim ainda há atrações a serem experimentadas pela primeira vez.

Isto é algo ruim?

Com certeza não, a não ser que você já saiba de antemão que não vai querer voltar de jeito nenhum (acho quase impossível).
Sempre é bom ter razões para voltar e ir mais fundo em um destino. Destinos bons merecem várias visitas e não só uma.

Que tal um cupom de US$20,00 para alugar sua casa em Orlando?

Pelo link: Cupom de 20 dólares de desconto, você recebe 20 dólares de desconto por ter chegado ao site do AirBnB por indicação minha, e o melhor, eu também ganho os mesmos 20 dólares como um cupom para utilizar em uma próxima viagem. É isto que eu chamo de relação ganha-ganha!

Considerações Finais

Quanto mais você sabe sobre um destino, melhor a experiência que você terá. Tudo o que você puder saber sobre o local onde de sua próxima viagem, tanto melhor. Mas algumas coisas fazem maior diferença do que outras.
Acredito que os itens acima estejam entre os mais importantes a serem considerados antes de sua primeira viagem à Flórida. E, mesmo que você já tenha visitado este incrível destino, talvez alguns destes itens sejam novidades pra você.
Espero ter contribuído com a sua viagem para a Flórida.
Um abraço.
Alyson Regis Darugna


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10 Coisas irritantes que as pessoas pensam ou dizem sobre Disney

FONTE: http://www.viagensdicas.com/disney/coisas-irritantes-que-pessoas-pensam-ou-dizem-sobre-disney/

Sobre Alyson Darugna

Alyson Regis Darugna é formado em Comunicação Social, casado, pai da bela Martina, cidadão brasileiro e italiano. Vive em Blumenau, Santa Catarina. Ama viajar e possui um interesse ainda maior pelo norte da Itália, pela Flórida em geral e pela Disney em particular. Fluente em Inglês e Italiano, possui também interesse pela língua Alemã. Tem como grandes hobbies a leitura, ficar por dentro de novas tecnologias, e, acima de tudo, viajar.

                       

10 Coisas irritantes que as pessoas pensam ou dizem sobre Disney

 Eu sou um fã assumido da Disney, em especial dos seus parques e atrações. Sendo um aficionado, preciso confessar que comumente escuto equívocos e comentários mal-informados sendo falados pelos não-fãs.

 

Alguns destes comentários ou crenças são leves, podem ser corrigidos com apenas poucos ajustes, outros são absolutamente equivocados e chegam a não ter conserto, a ideia errada, nestes casos, precisa ser completamente eliminada para a inserção de uma informação correta e que faça sentido.
Claro que as pessoas não precisam saber informações corretas sobre a Disney, se não tiverem interesse. Se você estiver lendo este post, vou assumir que você tem alguma inclinação a gostar dos temas que envolvem Disney e seus parques. Se não tiver interesse, favor encaminhar-se para algum outro de nossos posts, obrigado.

1- Achar que Disney e Universal são sinônimos

A palavra Disney é usada com um significado amplo por quase todos que vão visitar os parques em Orlando. Se alguém lhe disser algo como: “Vou para a Disney mês que vem”, você pode entender algo como: “Vou no mês que vem para a grande Orlando, e lá visitarei os parques da Disney, Universal, SeaWorld, e quem sabe até o Busch Gardens Tampa”.
Isto é tão verdade e tão comum que, aqui no Viagens Dicas, nós criamos uma categoria chamada Disney que engloba todos estes parques citados acima. Já que é assim que as pessoas se expressam, achamos melhor categorizar os textos desta maneira.
Até aí tudo bem.
O problema começa quando as pessoas realmente não diferenciam as coisas. Uma coisa é usar o termo Disney para descrever a experiência ampla de quem visita aquela área. Outra é colocar todos estes parques no mesmo patamar. Se referindo a eles como se fossem do mesmo nível, o que evidentemente não é verdade.
Todos eles tem seus pontos altos. Cada um agrada a um tipo diferente de público, mesmo que muitas pessoas desejem visitar todos eles.
Mas quando falamos de números, a Disney ganha disparadamente. O Magic Kingdom sozinho é o parque mais visitado do mundo. E sabe quem são os parques nas posições 2 até o 8? Todos Disney, seja da área de Orlando ou de qualquer outra parte do mundo. Em nona colocação está o primeiro parque que não é Disney, o Universal Studios Japan, já na décima posição, encontra-se o primeiro parque não-Disney da área de Orlando, o Islands of Adventure, da Universal Orlando Resort. Obviamente estes números podem variar um pouco de fonte para fonte, mas a grande lição aqui é que a Disney é líder absoluta em número de visitantes.
É interessante frisar que eu, assim como muitas outras pessoas, também adoro os parques da Universal. Mas que de forma nenhuma estes parques briguem de igual para igual.
É também interessante frisar que, mesmo com a abertura da área temática do Harry Potter, os parques Disney continuam líderes em visitação anual.
A grande verdade é que, quem vai à área de Orlando (veja aqui 22 razões para visitar Orlando este ano) com apenas poucos dias, acaba indo à Disney como prioridade, fato este verificado pelo número de pessoas que atravessam seus portões a cada ano, comparado com o número de visitantes dos parques concorrentes, como Universal e SeaWorld.

2- Chamar a atração Spaceship Earth de a bola do Epcot, ou de bola de golfe

Esta nem é tão grave assim, eu mesmo sou culpado de já ter feito isto. Chamar a atração Spaceship Earth de “A bola do Epcot”, ou então de “Golf Ball”, pode não ser grave. Mas preciso dizer aqui que isto costuma irritar os puristas, pessoas como Matt Hochberg ou Lou Mongello, que são dois dos mais importantes autores e criadores de conteúdo sobre Disney do mundo.
Para uma abordagem muito similar, com maior detalhamento, ver item 8.

3- Visitar os parques uma vez e voltar dizendo que conheceu a Disney

Aquela situação de pessoas que vão uma vez para um destino, e voltam dizendo que “conhecem” tal destino já é irritante por si só, agora, se o destino em questão forem os parques da Walt Disney World, então o caso se torna instantaneamente mais grave.

4- Achar que você pode visitar todos os parques de Orlando, inclusive os da Disney, em uma só visita

Este é um pensamento até aceitável para quem nunca esteve por lá, mas absolutamente imperdoável quando vindo de alguém que já visitou Orlando e suas atrações ao menos uma vez na história recente (de 5 anos para cá).
Quem nunca esteve lá, e analisa suas opções de forma apenas numérica, vai chegar a algo como 8, 9, ou 10 (ou mais) parques, dependendo de como se conta, e se você inclui aí, ou não, os parques aquáticos. Analisando desta forma, e sabendo que você vai passar 12 dias na área de Orlando, parece ser totalmente plausível visitar todos estes parques, mas será que isto é verdade?
Quem já esteve por lá provavelmente chegou a notar o tamanho nada modesto da maioria daqueles parques. Quinze quilômetros caminhados em um único dia, em um único parque, não é algo raro de acontecer.
Pensemos juntos, quantas vezes por mês você caminha 15km em um único dia em sua cidade? Você realmente acha que você e sua família vão aguentar visitar tantos parques, e ainda fazer compras, frequentar restaurantes, etc? Já lhe adianto que não, quase certamente que não!

5- Dizer que na Disney só tem brasileiros e que você pode ir pra lá só falando português

É bem verdade que hoje muitos brasileiros estejam viajando e que, muitos deles, apreciem visitar Orlando e os parques da Disney. Agora, dizer que lá “só tem brasileiros”, ou que a maioria dos visitantes seja de pessoas do Brasil é um exagero sem tamanho.
É claro que em algumas épocas do ano o número de brasileiros por lá seja bastante grande, principalmente nas férias de Julho, que trazem consigo vários grupos de adolescentes brasileiros de camiseta amarela atropelando tudo.
Para a nossa sorte, os brasileiros estão presentes, mas não são, e nem serão, a maioria por lá. Eu considero que isto seja uma coisa boa porque, quando você viaja, você não quer mais do mesmo, não é verdade?
Outra ilusão é a de que você não precisa saber falar inglês para nada na Flórida, em Orlando, ou, mais precisamente, na Disney. Claro que você encontra brasileiros trabalhando por lá. Mas novamente aqui eles representam uma minoria.
Sempre é importante estar preparado, pelo menos com conhecimento de partes básicas do idioma do país que vamos visitar. Lembre-se que o idioma falado por lá é o inglês, e não o português, espanhol, e muito menos o portunhol.
Eu já me deparei algumas vezes com pessoas tendo dificuldade de comunicação até nas coisas mais básicas, como pedir água ou Coca-Cola em um restaurante. Certa vez no restaurante alemão Biergarten, no parque Epcot, presenciei uma brasileira tendo dificuldade com estes dois itens, ao pedir a bebida do seu marido e a sua. Literalmente ela olhava para a garçonete, uma alemã em trabalho temporário na Disney, e literalmente berrava “água“, e “coca“, esticando de forma irritante as vogais.
Os músicos no Restaurante Biergarten, Epcot
Os músicos no Restaurante Biergarten, Epcot
Não é preciso dizer que estas duas palavras não significam muito, nem em inglês, muito menos em alemão. Será que é tão difícil decorar palavras como Water, Coke, e outras palavras básicas que vão lhe ajudar no seu dia-a-dia no exterior?

6- Achar que na Disney só se pode comer hambúrguer, pizza, cachorro-quente, e batata frita


O delicioso New England Pot Roast
Grande besteira. E o mais triste é que este absurdo não é só falado por pessoas que nunca estiveram na Disney, mas até mesmo por pessoas que acabaram de voltar de lá.
Conversei pessoalmente com uma pessoa que havia voltado poucos dias antes de lá e que me disse que os 3, ela, o marido e o filho, só comeram isto, hambúrgueres, pizzas, batatas-fritas, e cachorros-quentes em sua recente viagem. Ela chegou a me dizer que comendo desta forma o seu filho havia perdido peso (pouco provável, não é mesmo?).
Quando eu tentei explicar à ela que, mesmo dentro dos parques da Disney, há uma oferta enorme de restaurantes com os mais variados tipos de comida, e que eu acreditava que seriam ótimas alternativas a viver de Fast Food em viagem, ela entrou em negação e mudou o assunto bruscamente.
A questão é, suas opções são realmente limitadas? Ou estas pessoas precisam de uma desculpa para soltarem a franga e viverem da forma como gostariam de viver aqui, isto é, comendo Fast Food todos os dias, várias vezes ao dia?
Atualização: Ao conversar com meu irmão Daniel, do Blog Doce Dieta (que fala sobre perda de peso e alimentação saudável) hoje no almoço, ele me disse que havia lido este texto e gostado bastante, mas que tinha algo a acrescentar. Perguntei o que era e ele me disse que era a razão número 1 em função da qual os turistas em visita a Orlando e, em especial, à Disney acabam por optar unicamente pelo Fast Food.
Sabe o que ele me disse? (e eu concordei 100% com ele)
A razão número um pela qual os turistas em viagem à Flórida e aos parques optam pelo Fast Food é evitar a barreira linguística ao máximo. Ao optarem por Fast Food, eles evitam constrangimentos com garçons em restaurantes que oferecem o Table Service (serviço de atendimento de garçom que vem à mesa pegar o pedido).
Faz total sentido! Quando você pega uma fila de Fast Food (é só lembrar da última vez que você sucumbiu à tentação e pegou a fila do McDonald’s ou Burger King), há mostradores gigantes com as opções, com fotos para não deixar dúvida daquilo que você receberá. E, muitas vezes, um nome simples, às vezes até um número, são a chave para o pedido não só da comida, mas do combo (comida, bebida, sobremesa, …). Desta forma o pedido é quase stress-free.
E esta então seria a principal razão pela qual os brasileiros em viagem acabem por optar em deixar de lado possibilidades incríveis de refeições, para irem direto ao ponto e evitarem o estresse de uma comunicação que teria boas chances de sair truncada.
Algumas opções para comer bem na Disney, com um bônus de Universal:

7- Achar que você pode visitar os parques da Disney com qualidade quando você não possui preparo físico

Esta é uma questão que, mais tarde do que cedo, todos acabam aprendendo na marra.
Chegam a Orlando cheios de empolgação, e disto eu não os culpo, com uma lista de 9 parques para verem em alguns dias, e, lá pelo quinto parque, estão exaustos e querendo voltar para casa e para o feijão com arroz do dia-a-dia.
Isto acontece porque há uma falta de preparo prévio. Estou falando aqui no sentido amplo, tanto de preparo físico quanto de preparo no sentido de conhecimento e informações claras sobre o que lhes espera por lá.
Os parques são enormes e você caminha literalmente muito. Dependendo de onde você estiver hospedado, a maratona já começa para chegar do seu quarto até o seu carro no estacionamento do hotel.
Alguns hotéis de Orlando são enormes, como o Rosen Centre, o hotel que eu e minha esposa nos hospedamos em nossa lua de mel. Para chegarmos de nosso quarto, no vigésimo quarto andar da torre do hotel, até nosso carro, no estacionamento de trás, levávamos em torno de vinte minutos andando, isso sem contar a paradinha no Starbucks que havia no lobby do hotel. Para chegarmos até o carro, passávamos por toda a área de alimentação do hotel, que neste caso era literalmente uma praça de alimentação quase do tamanho de uma encontrada em Shopping Centers. Com restaurantes, no plural, bares, o Starbucks que já mencionei acima, e até uma Deli (minimercado no estilo loja de conveniência). Depois disso haviam os 3 Ball Rooms (salões de baile). E só depois disso estávamos na área externa do hotel. Mas como o estacionamento também era enorme, a jornada ainda não havia acabado.
Cansou né? E isto que mal entramos no carro. Considerando este hotel especificamente, a viagem de carro levava 25 minutos até o portal da Disney.
Depois disso você precisa pagar o estacionamento em uma daquelas praças de pedágio, dirigir até sua vaga, sair do carro, andar até o Tram, que é uma espécie de trenzinho que lhe leva até a entrada do parque, ou no caso do Magic Kingdom, o TTC, de onde você ainda precisa pegar mais um meio de transporte até o parque, neste caso você pode optar por uma Balsa, ou pelo Monorail (este é mais rápido).
Isto tudo só para chegar nos parques em si. E agora começa a jornada, que pode durar, se você for como eu e quiser estar no parque da hora de abrir até a hora de fechar, umas 12 ou mais horas. Depois disso você fará todo o trajeto ao contrário. Deve ir até o seu carro, de Tram ou a pé, depois até o seu hotel ou casa de aluguel temporário, para começar tudo de novo no dia seguinte.
Minha intenção aqui não é fazer com que isto pareça cansativo a ponto de não ser interessante e divertido. Acredite, é muito legal! Mas a mensagem aqui é que isto tudo demanda um esforço físico muito maior do que o seu dia-a-dia em casa, mesmo incluindo aí suas incursões eventuais à academia.
A mensagem aqui é: Prepare-se! Coloque-se a caminhar intensamente a começar por no mínimo 2 meses antes da viagem (idealmente 3 meses). E caminhe intensamente e várias vezes por semana, principalmente se você quiser visitar vários parques em sua estada em Orlando.
Parte da preparação prévia envolve informar-se sobre os parques disponíveis e as atrações que cada um deles oferece. Assim como a quantidade que se caminha diariamente nos principais parques (até 18km em um único dia).
Em posse de todas estas informações, ficará muito mais fácil para você decidir quantos dias ficará em Orlando e quantos parques você irá visitar sem que esta atividade torne-se uma tortura. A decisão torna-se ainda mais importante para quem viaja em um número maior de pessoas, sejam familiares ou amigos.
Com cada pessoa tendo seus próprios interesses, gostos, visões do que comer, e, principalmente, cada um com o seu preparo físico em diferentes níveis, e também a quantidade de horas por dia que consegue manter o bom-humor, você terá de criar um plano que satisfaça a todos na média. Ou pode também usar estratégias como fazer subdivisões, criando alguns grupos menores por similaridades de idade, preparação física, ou gostos pessoais. Isto facilitará em muito a sua visita aos parques da Disney, Universal, e outros.

8- Achar que uma visita parcial faz com que você conheça os parques

Portal do Walt Disney World Resort
Portal do Walt Disney World Resort
Não é possível conhecer bem cada parque Disney nem com várias boas visitas de tempo integral (do momento da abertura ao momento do seu fechamento). Imagine agora achar que conheceu um parque pois você esteve nele das 14h às 21h, uma vez na vida?
Acredite, já ouvi de inúmeras pessoas, “eu conheço o Epcot”, ou “conheço a Disney”, pessoas que estiveram uma vez, e ainda passaram correndo pelas somente pelas atrações principais (ou mais faladas).
Penso que a forma correta de falar sobre isto seria: “já visitei o Epcot”, ou “tive a oportunidade de visitar a Disney uma vez”. O uso do verbo “conhecer” traz implícito um nível de aprofundamento que é impossível atingir com uma só visita a um destino enorme como os parques do complexo Walt Disney World.

9- Achar que os parques da Disney são só para crianças

Bela vista da atração Dumbo, com o Castelo da Cinderella ao fundo
Bela vista da atração Dumbo, com o Castelo da Cinderella ao fundo
Este é um grave erro. Podemos até considerar que Disney, principalmente o Magic Kingdom, não vá ser o destino preferido de uma faixa etária, mas estes não são os adultos, mas sim os adolescentes.
Os tweens (entre 10 e 12 anos), e principalmente os teens (garotada na faixa dos 13 aos 19 anos), costumam preferir os parques da Universal. Em parte, por causa do que cito no próximo item, que é a associação direta de “radical = legal“. Como esta faixa etária acaba tendo uma necessidade maior de desafiar medos, podemos entender, ao menos em parte, a tendência de colocar as atrações mais radicais em um patamar mais elevado em sua lista de atrações favoritas.

10- Achar que só radical = legal, e mais nada

Não estou querendo dizer aqui que as atrações radicais não sejam divertidas. Eu mesmo gosto muito delas, tanto as da Universal, como por exemplo a própria atração Headliner da área temática do Harry Potter no parque Islands of Adventure, chamada Harry Potter and the Forbidden Journey. Como também a outra atração da mesma área, Dragon Challenge, que é uma montanha-russa gêmea e invertida, a atração The Incredible Hulk, no mesmo parque, ou a atração Hollywood Rip Ride Rockit, no parque irmão, o Universal Studios Florida.
Sem falar nas atrações do mesmo estilo na Disney, como Rock ‘n’ Roller Coaster featuring Aerosmith, Twillight Zone Tower of Terror, ambas no Hollywood Studios, ou atrações como a Space Mountain, no Magic Kingdom, ou Expedition Everest, no parque Animal Kingdom.
A realidade é que as atrações, sejam elas radicais ou não, são mais bem feitas e possuem maior nível de acabamento e detalhamento na Disney.
Vamos pegar as montanhas-russas como um exemplo, de uma lado a 3 mencionadas do complexo Universal: Dragon Challenge, The Incredible Hulk, e Hollywood Rip Ride Rockit. Apesar de serem 3 montanhas-russas fantásticas, que eu adoro experienciar sempre que possível, é preciso admitir que o nível de acabamento, detalhamento, e imersão no tema proposto são superficiais.

Qual a diferença entre o nível de acabamento das atrações entre Disney e Universal?

Vamos começar analisando somente a aparência geral destas atrações, você olha para elas na Universal e, em geral, o que vê é um monte de ferragens, com a totalidade ou quase totalidade de seus trilhos expostos ao tempo. Suas filas também não são nada extraordinárias, a estória de pano de fundo é superficial e há pouca imersão nas mesmas.
E excessão à esta regra esta, principalmente mas não unicamente, nas novas áreas de Harry Potter, uma em cada parque. Estas áreas são fantásticas  quase sem comparação. O nível de detalhamento, imersão e tematização são incríveis. Eles são fruto da Universal correndo atrás e, ao jogar o jogo da Disney, alcancá-la ou praticamente ultrapassá-la.
Já na Disney, se pegarmos as atrações que citei logo acima: Rock ‘n’ Roller Coaster featuring Aerosmith, Twillight Zone Tower of Terror, Space Mountain, ou Expedition Everest, você vê o nível de atenção Disney a todos os detalhes já quando você vê estas atrações de longe.
Elas já são interessantes e agradáveis quando avistadas de longe, e mais impressionantes ainda quando você se aproxima delas.
O nível de detalhamento se mostra presente em cada detalhe destas atrações, desde o momento que você passa de Monorail por perto da atração Space Mountain, você sabe que algo interessante lhe aguarda. E quando você entra na fila, se depara com o tema espacial, luz bem fraca, com matizes predominantes de azul, você fica inevitavelmente imerso pelo tema proposto, a exploração espacial.

A atração Expedition Everest

No caso da atração Expedition Everest, você enxerga a atração já de fora do parque Animal Kingdom, e o que poderia ser um monte de ferragens expostas, afinal esta é uma montanha-russa, e das bem altas, é visto como uma montanha dos Himalaias, inclusive com neve em seu topo, no meio da Flórida. Precisamos reconhecer que é uma visão bastante agradável.
E quando você chega mais perto, você é imediatamente levado, de maneira completamente imersiva, à narrativa da estória por trás da atração, a expedição do monte Everest, os desafios de sua escalada, objetos relativos à exploração estão por toda parte, bandeiras de oração budistas, e, não poderia faltar, o mito do Yeti, o Pé Grande. Inclusive com supostas fotos do mítico ser das montanhas, e também um modelo em tamanho real, marcas de pegadas, tudo isto fazendo com que você viva a experiência do modo mais imersivo possível.
Já no Hollywood Studios, dois Headliners nos esperam. O primeiro e mais alto você já vê de bastante longe, antes mesmo de você estacionar o carro. A atração Twillight Zone Tower of Terror é uma das mais impressionantes e imersivas de toda a área de Orlando.

A atração Twillight Zone Tower of Terror

O uso de capas em dias de chuva é inevitável, ao fundo, vê-se a atração Twillight Zone Tower of Terror
O uso de capas em dias de chuva é inevitável, ao fundo, vê-se a atração Twillight Zone Tower of Terror
Você literalmente entra em um hotel da virada do século 19 para 20, com todo o glamour da Hollywood da época, mas o hotel se encontra abandonado. Já nos seus jardins se pode sentir aquela sensação estranha de estar chegando em algum lugar abandonado, onde algo saiu muito errado.
Isto tudo para tentar (e acreditem, eles conseguem) sustentar a ideia de que, em um determinado dia, um raio atingiu o hotel e, não só dizimou uma parte do prédio, como também levou junto diversos hóspedes, que hoje vivem ali como fantasmas.
É claro que durante a atração você inclusive vai se deparar com tais fantasmas, mas isso é só um dos detalhes que a atração lhe oferece. É impressionante o nível de detalhamento do lobby, da biblioteca, onde um vídeo explicativo do que ocorreu é passado, como um episódio da antiga série The Twillight Zone. Depois disto você vai para o Boiler Room, área onde ocorre o aquecimento da água do hotel, ainda feita à carvão, e armazenada em imensos Boilers. É possível ver o carvão armazenado, e, inclusive, o fornos com carvão ainda queimando.
Depois disto você entra no elevador de serviço, e é aí que vem o ápice da diversão.

A atração Rock ‘n’ Roller Coaster featuring Aerosmith

A atração Rock 'n' Roller Coaster em um dia chuvoso
A atração Rock ‘n’ Roller Coaster em um dia chuvoso
Logo ao lado desta atração, há também a outra atração principal do parque Hollywood Studios, a Rock ‘n’ Roller Coaster featuring Aerosmith. Esta também uma montanha-russa. Da mesma forma com o que ocorre com Space Mountain e Expedition Everest, a Rock ‘n’ Roller Coaster featuring Aerosmith também não revela suas ferragens, em vez disso, ela é completamente indoor, você não tem a mínima ideia de como vai ser o “passeio” até que você experimente.
Logo de cara você vê um bonito portal com um carro de cabeça para baixo, o trilho exposto aqui é apenas decorativo, intencional e não acidental como é o padrão na Universal. O próximo grande ícone é a guitarra gigante.
A fila já lhe remete ao tema Rock and Roll, pois ela lhe leva para dentro de uma gravadora de música. Há discos de ouro pelas paredes, mais guitarras, cartazes de artistas musicais atuais e antigos, uma exposição de microfones e outros instrumentos musicais, música tocando ao fundo, enfim, é impossível não se sentir imerso no universo da música e do rock nesta atração.

Logo depois você entra em uma sala escura onde seria o aquário, aquela sala onde há isolamento acústico e é utilizada para as gravações, você vê os instrumentos e, do outro lado do vidro, os integrantes da banda Aerosmith e sua empresária. Eles estão atrasados para um show, mas querem nos levar, já que somos seus fãs, junto para o show, junto com eles em uma limousine gigante, com passes especiais para o backstage.
O interior da atração Rock 'n' Roller Coaster featuring Aerosmith, no parque Hollywood Studios
O interior da atração Rock ‘n’ Roller Coaster featuring Aerosmith, no parque Hollywood Studios
No próximo ambiente lhes aguardam suas limousines, e como o show está para começar a qualquer momento, você precisa ir rápido! Ao contrário das montanhas-russas citadas da Universal, em que você é puxado bem devagar até uma razoável altura, para que de lá a gravidade faça o seu trabalho, aqui, na Rock ‘n’ Roller Coaster featuring Aerosmith, você é disparado à toda velocidade para frente, para já de saída encontrar várias inversões (loopings).

A exceção à esta regra na Universal: Harry Potter and the Forbidden Journey

Vale frisar que, uma exceção à esta regra seja a atração Harry Potter and the Forbidden Journey, que acredito esteja à altura do nível de ambientação, imersão, qualidade dos detalhes, filas que contam a estória em detalhes, etc, que a Disney consegue colocar em suas atrações.
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Considerações Finais

Como um fã da Disney, acho irritantes os comentários e pensamentos acima. Concordo que eu deveria não dar bola para isto e não me irritar. Mas a verdade é que irrita.
Acredito fortemente que o segredo para uma viagem bem aproveitada, principalmente para os parques da Walt Disney World, seja a preparação, principalmente a preparação informativa, lendo livros e blogs sobre o destino, mas também a preparação física, que em um caso como o dos enormes parques da Disney, vem muito a calhar.
Prepare-se e tenha a melhor experiência possível em suas viagens para a Disney!
   

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