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domingo, 30 de abril de 2017

7 coisas que você precisa saber antes de ir à Flórida

FONTE: http://www.viagensdicas.com/america-do-norte/estados-unidos/florida/coisas-saber-primeira-viagem-florida/

Sobre Alyson Darugna

Alyson Regis Darugna é formado em Comunicação Social, casado, pai da bela Martina, cidadão brasileiro e italiano. Vive em Blumenau, Santa Catarina. Ama viajar e possui um interesse ainda maior pelo norte da Itália, pela Flórida em geral e pela Disney em particular. Fluente em Inglês e Italiano, possui também interesse pela língua Alemã. Tem como grandes hobbies a leitura, ficar por dentro de novas tecnologias, e, acima de tudo, viajar.

7 coisas que você precisa saber antes de ir à Flórida

 

Quando eu e minha esposa fomos para Orlando e Miami pela primeira vez nós não sabíamos de muita coisa que teria nos ajudado bastante naquela ocasião. Por sorte, desde a primeira vez que fomos, já tivemos a oportunidade de voltar algumas vezes e, com o tempo, nossa experiência por lá vem sendo cada vez melhor.
Por isto decidimos compartilhar algumas coisas com você que, com certeza, vão tornar suas viagens para estas duas cidades da Flórida (e não só lá), muito melhores.
As docas no parque Magic Kingdom
As docas no parque Magic Kingdom

1- Os parques Disney são enormes

Sinceramente, eu não tinha ideia do quão enormes eram os parques da Disney, até que eu fui e os visitei pela primeira vez.

Por que eu gostaria de saber disso antes de ir pela primeira vez para a Flórida?

A razão é muito simples: Eu teria utilizado técnicas para evitar problemas.
As técnicas possíveis são várias e vão desde praticar caminhadas durante algumas semanas que antecedem à viagem, até saber o que calçar.
No quesito o que calçar já descarte imediatamente os tênis novos, recém comprados na viagem. Eles têm a tendência enorme de causarem calos por não estarem adaptados ao formato dos seus pés.
Outra coisa é evitar chinelos e Crocs. Pense comigo, se você fosse sair para uma caminhada de 10 à 15km em sua cidade, você faria isto de chinelos e Crocs, ou com um calçado adequado, como tênis macios, por exemplo.
Na Disney use a mesma estratégia, pois você vai caminhar realmente uns bons quilômetros. A maratona já começa nos estacionamentos dos parques, que são enormes. Até existem os Trams, que levam você do estacionamento até bem perto dos portões de entrada dos parques, mas dependendo onde você conseguir estacionar o seu caro, ainda assim terá de caminhar bastante. E muitas vezes, principalmente se você chegou cedo, em vez de esperar o Tram, pode valer a pena ir caminhando.
Você vai caminhar muitos quilômetros por dia em suas visitas aos parques Disney.
Depois de você entrar no parque, serão mais muitos quilômetros de caminhada nas várias horas que você vai ficar por lá. Já fiquei 13 horas dentro de um mesmo parque (Magic Kingdom) mais de uma vez.
Além de utilizar calçados adequados para longas caminhadas (tênis que já tenha se adaptado ao formato dos seus pés), outra estratégia bastante útil é começar a praticar longas caminhadas assim que você definir que vai viajar para a Disney e Orlando.
Você pode começar com uns 2km sem problemas, mas tenha a meta de chegar a caminhar 7km ou mais sem problema algum de cansaço ou dores, pois na Disney serão consideravelmente mais de 7km por dia o que você acabará caminhando.

2- Há restaurantes incríveis dentro dos parques Disney

Quando eu e minha esposa fomos pela primeira vez à Disney, em nossa lua de mel, não tínhamos noção de que por lá há restaurantes incríveis esperando para serem experimentados.
Resultado: acabamos ficando no basicão do Fast Food.
Pizza, um dos itens básicos de Fast Food na Disney
Pizza, um dos itens básicos de Fast Food na Disney
Tudo bem, Fast Food nos Estados Unidos, e principalmente dentro dos parques da Disney, pode ser delicioso, é claro!
Mas o nível de tematização, a qualidade do serviço e dos ingredientes de um restaurante de serviço completo não podem ser comparados à relativa simplicidade das lanchonetes de Fast Food.
De lá pra cá, nunca mais deixamos de experimentar os restaurantes de serviço completo (Table Service) nos parques da Disney. Já tivemos a oportunidade de testar e aprovar mais de um em cada parque, e todos são ótimos.
Alguns destaques:

No Magic Kingdom

No Epcot

Belo (e delicioso) frango sobre berço de legumes, no Restaurante Akershus, no parque Epcot
Belo (e delicioso) frango sobre berço de legumes, no Restaurante Akershus, no parque Epcot

No Hollywood Studios

  • Hollywood & Vine
  • Mama Melrose Ristorante Italiano
  • Sci-Fi Dine-In

No Animal Kingdom

Mesmo que você vá com a ideia de economizar ao máximo, e de mergulhar nos Snacks e itens de Fast Food dos parques da Disney, não deixe de reservar e provar ao menos um restaurante de serviço completo. Você não vai se arrepender. De preferência um em cada parque, mas ao menos um ao todo.

3- Nem tudo por lá é Disney

Isso é algo muito comum, as pessoas usam o termo Disney para se referirem inclusive aos parques concorrentes, como os da Universal ou os do grupo do Sea World.
Esta tendência de chamar tudo de Disney é uma faca de dois gumes. Por um lado fica clara a liderança da Disney, já no que diz respeito ao Marketing (o nome Disney é o mais associado com o mundo de parques temáticos).
Por outro lado, muitas pessoas acabam nem diferenciando o que é Disney do que não é. Isso é certamente prejudicial para a Disney, que preza bem mais pela qualidade e experiência do usuário (não estou falando aqui de preferências pessoais, mas sim de nível de preocupação com a qualidade nos detalhes).
O famoso globo giratório da Universal, perto da entrada do parque Universal Studios
O famoso globo giratório da Universal, perto da entrada do parque Universal Studios
Mas se você está aqui no Blog Viagens Dicas, e durou até esta parte do texto, creio ser justo assumir que você se importa o suficiente para diferenciar cada grupo de parques temáticos, e valorizar cada um pelo que tem de melhor (ex.: Disney = tematização e qualidade nos detalhes e atendimento ao visitante. Universal = atrações mais radicais e maior foco nos filmes. Sea World = mundo aquático visto de perto).
Quando estiver por lá, aprofunde ainda mais esta diferença estre os parques de cada grupo, repare nos detalhes, acabamento, boa vontade dos funcionários, manutenção, qualidade dos restaurantes, preocupação com necessidades especiais (intolerância à Lactose, por exemplo), etc.
Eu realmente acredito que quanto maior a imersão que você puder ter nas atrações e nestes detalhes, melhor. Mas mesmo que você vá sem reparar nestes detalhes, garantidamente vai aproveitar bastante e vai querer voltar. E, quem sabe na segunda, terceira ou enésima vez que voltar, estes detalhes vão ficar mais evidentes também pra você.

4- Furacões e crocodilos

Eu jamais deixaria de ir à Flórida por qualquer uma destas razões, mas… Eu preciso comentar com vocês pois elas existem.
Antes de explicar o que são, vamos começar com o seguinte: Cada uma destas coisas, apesar de real, tem uma probabilidade quase nula de atingir você e sua família. Estas informações estão aqui pois este é o nosso papel, lhe informar para que você tome decisões baseadas em fatos, e não em especulações.
Primeiro, o mais conhecido dos fenômenos que acontecem por lá, os Furacões.

Furacões na Flórida

A Flórida se encontra em uma área muito propensa a furacões. A Flórida é o estado com a maior linha costeira na área composta pelo Golfo do México e toda a costa leste dos Estados Unidos. Com tanta “exposição” ao mar, as chances de um furacão atingirem  o estado são consideráveis.
Esta propensão é ainda aumentada quando se considera a geografia do estado, que é uma península quase que completamente plana, espremida entre o Mar do Caribe e o Oceano Atlântico. Uma área de encontro entre correntes mais quentes e outras mais frias.
Os furacões são alimentados por ar quente e úmido, e por isso eles costumam se formar ao longo da linha do Equador e áreas próximas.
Todas as características acima fazem da Flórida o estado ideal para a formação de furacões, mas…
Furacões não atingiram a terra na Flórida por um recorde de 11 anos agora. O último deles a deixar um estrago grande por ter atingido a terra foi o Furacão Wilma, em 2005. Um bom alívio, não é mesmo?

Mas e as tais Tempestades Tropicais?

Pois é, existe uma escala de intensidade para essas coisas, antes de ser considerado um furacão (em função da velocidade do vento), existem as Tempestades Tropicais. Elas também apresentam ventos e chuvas fortes, podem causar algum estrago, mas não podem ser confundidas com furacões, que tem um poder destruidor muito maior.
De 2006 pra cá, a Flórida teve 8 Tempestades Tropicais que chegaram em terra. Isso dá quase 1 por ano. Mas estas não deveriam lhe causar muito medo, visto que as chances de grandes estragos não são tão consideráveis. Por outro lado, uma Tempestade Tropical pode evoluir e se tornar um furacão.
Além disso, tempestades tropicais podem também causar enchentes e alagamentos. E, em alguns casos, tornados podem se formar a partir de tempestades tropicais.
Ventos entre 35 e 73 milhas por hora, configuram uma tempestade tropical, já quando os ventos possuem uma velocidade de 74 ou mais milhar por hora, ele passa a ser considerado um furacão de categoria 1, a mais “branda” delas. Ao todo são 5 as categorias de furacões, sendo que a mais intensa delas começa com ventos a partir de 157 milhas por hora, e estes possuem uma força completamente destruidora.

Crocodilos e jacarés

Em função do triste acontecimento recente no Disney’s Grand Floridian Resort & Spa, hotel de alto nível localizado praticamente ao lado do parque Magic Kingdom, o tema dos crocodilos e jacarés da Flórida veio com força à tona.
De acordo com Kenneth Krysko, um especialista em répteis e anfíbios no Florida Museum of Natural History e que é expert nos crocodilos e jacarés da Flórida, “Não há canais ou lagos na Flórida onde não existam crocodilos ou jacarés”.
Já que eles estão por toda a parte, eu devo me preocupar o tempo todo quando estou por lá, ou pior, cancelar minha viagem à Flórida?
Certamente não.
Por mais que a presença dos crocodilos e jacarés seja um fato, e que eles estão presentes em quantidades enormes, a chance de você ser ferido por um animal é mínima.
Sim, acontecem com frequência os avistamentos destes animais, até mesmo em áreas residenciais. Eu mesmo já presenciei um pequeno crocodilo tentando comer um peixe muito grande para seu tamanho, e tendo dificuldade de engoli-lo. E isso aconteceu na pacata Celebration.
Mas é importante ressaltar que eles não costumam atacar humanos, muitas vezes eles inclusive se assustam com a nossa presença. De acordo com uma reportagem da ABC News, um dos problemas é que pessoas estariam alimentando os crocodilos nos hotéis do complexo Disney mesmo sabendo que esta prática seria desencorajada, e com isso estes animais estariam se aproximando ainda mais dos humanos.
Em resumo, evite ficar próximo de lagos e canais no início da manhã e ao final do dia, quando estes animais podem sair para procurar alimentos, principalmente se a orla tiver vegetação mais densa. Além disso, não entre em lagos e canais, nem mesmo na parte rasa.
E não deixe de visitar este incrível estado por causa disso, lembre-se, as chances de você ser ferido por um crocodilo ou jacaré são mínimas. De acordo com o artigo citado acima, foram registradas 24 fatalidades causadas por crocodilos e jacarés desde 1948, ano em que este registro começou a ser computado.

5- Significado de Outlet

É vergonhoso mas, em nossa primeira viagem para a Flórida, a palavra Outlet tinha um, e apenas um significado pra mim, e era o de shopping de descontos.
E isso não poderia ser mais distante de ser verdade. A palavra Outlet tem inúmeros significados e, o significado tão querido dos brasileiros parece não ser o primeiro que vem à cabeça dos nativos quando você utiliza esta palavra ao falar com eles.
Em 2009 os aparelhos de GPS eram menos práticos e intuitivos do que eles são hoje, 6 anos depois. Tudo no mundo da tecnologia muda muito rápido, e os aparelhos de assistência à navegação não são uma exceção.
Na prática, estávamos utilizando o GPS da locadora Hertz, que já vinha no carro alugado, e era uma unidade chamada NeverLost, sem tela de toque. As entradas de texto para inserção de um novo endereço eram ainda mais complicadas do que são hoje (o Google Maps, Waze, e até o Apple Maps tornaram isso tudo muito mais prático).
Eu e minha esposa estávamos em um posto de gasolina e, resolvemos perguntar para um morador sobre nosso destino, o Outlet. Resultado, ele não entendia o que eu queria dizer. Ele entendia minhas frases, ele só não estava sacando o que eu queria dizer com a palavra Outlet.
Eu realmente tive de dizer que eu estava procurando um shopping com lojas que vendem produtos de marcas conhecidas por preços descontados para ele entender do que se tratava.
No fim deu tudo certo, e eu lembro disso com carinho. Mas se eu tivesse ido mais preparado, não teria passado por este inconveniente de falar um palavra tendo certeza do significado, sendo que lá o significado que eu pretendia passar não é o principal, e muito menos o único.

Outros significados da palavra Outlet:

  • Tomada elétrica
  • Saída (como em No Outlet = [rua] sem saída)
  • Canal de TV ou outro meio de comunicação
  • Um riacho que tem sua origem em um lago

6- Já que falamos de Outlet: Se gostou, compre!

Quando você está em um grande Shopping ou Outlet, é bem comum ficar indeciso sobre a compra de algum item que parece barato, mas deixa aquela dúvida: “E se na outra loja estiver ainda mais barato?”.
Esta é certamente uma dúvida válida, mas a verdade é que, naqueles shoppings imensos, você não terá pique pra voltar na loja onde havia gostado de algum item.
E se você voltar, há ainda a possibilidade de que o item tenha se esgotado, o seu tamanho não estar mais disponível, sua cor favorita não existir mais, ou pior: você nem lembrar mais onde tinha visto aquele item.
Então quando você estiver em uma loja, encontrar um item que você precisa ou que lhe tenha agradado, e o preço lhe parecer bom, compre! Evite arrependimentos e compre do que gostar assim que encontrar. Isso evita idas e vindas desnecessárias dentro de shoppings ou plazas (aquelas quadras onde se concentram diversas lojas e possuem amplo estacionamento).
Não esqueça de que cada minuto de sua viagem tem um valor (e um custo) bastante alto. Tempo é dinheiro, principalmente em viagem. Não perca tempo indo e vindo, tentando economizar 5 ou 10 dólares, o prejuízo da perda de tempo tende a ser maior.

7- Direita livre no trânsito

Esta é uma das várias dicas que aprendemos com o nosso amigo Carlos, que vive na Flórida há uma década e meia.
As estradas da Flórida (e de grande parte dos Estados Unidos) possuem várias pistas. Nas sinaleiras (semáforos) a pista da direita costuma ser exclusiva para convergir à direita. E você em geral não precisa esperar a sinaleira abrir para seguir e virar à direita, mas atenção, você precisa dar prioridade aos veículos da rua transversal e também aos pedestres, mesmo que não haja pedestres e nem trânsito, mesmo assim você precisa fazer uma parada total antes de seguir, assim como em qualquer cruzamento normal.
Carros virando à direita com o semáforo em luz vermelha
Carros virando à direita com o semáforo em luz vermelha
E mais, é esperado de você que siga à direita assim que possível, pois o motorista que está atrás de você tem o mesmo plano (desde que ele conheça as regras).
Portanto, se a sinaleira estiver vermelha mas não estiver vindo carro naquela faixa, e também não houver pedestres atravessando a rua, siga em frente, sem medo de ser multado.
Há exceções à esta regra?
Com certeza! Você deve considerar que é permitido desde que não exista um aviso do contrário. O aviso mais comum diz algo como: “No Turn on Red“.

Ítem bônus: Você não conseguirá ver tudo, independente do números de dias que ficará por lá

Uma característica minha e da minha esposa é que nós não só aguentamos, como realmente preferimos permanências mais longas no exterior quando viajamos.
Já havíamos aplicado esta abordagem na Europa, e quando decidimos visitar os Estados Unidos (visitamos Orlando + Miami + NYC) pela primeira vez, sabíamos que ficaríamos mais de 2 semanas, e na hora de fechar, acabamos com 18 noites no destino, o que pode parecer muito, mas sempre sobram atrações e faltam dias.
Placa com nome de atrações no parque Disney's Hollywood Studios
Placa com nome de atrações no parque Disney’s Hollywood Studios
Na prática, mesmo tendo visitado a Flórida várias vezes, falta muito a ser visto e experienciado por nós lá.

O que isto quer dizer na prática?

Você nem de longe vai ver tudo o que há pra ser visto por lá, nem na cidade e arredores, e nem nos parques.
Desconfie sempre de alguém que foi uma vez e voltou dizendo que viu e fez tudo. Talvez ele não esteja mentindo por maldade, ele só não sabe o que está falando.
Os parques da Disney são enormes e, mesmo tendo estado dezenas de vezes neles, pra mim ainda há atrações a serem experimentadas pela primeira vez.

Isto é algo ruim?

Com certeza não, a não ser que você já saiba de antemão que não vai querer voltar de jeito nenhum (acho quase impossível).
Sempre é bom ter razões para voltar e ir mais fundo em um destino. Destinos bons merecem várias visitas e não só uma.

Que tal um cupom de US$20,00 para alugar sua casa em Orlando?

Pelo link: Cupom de 20 dólares de desconto, você recebe 20 dólares de desconto por ter chegado ao site do AirBnB por indicação minha, e o melhor, eu também ganho os mesmos 20 dólares como um cupom para utilizar em uma próxima viagem. É isto que eu chamo de relação ganha-ganha!

Considerações Finais

Quanto mais você sabe sobre um destino, melhor a experiência que você terá. Tudo o que você puder saber sobre o local onde de sua próxima viagem, tanto melhor. Mas algumas coisas fazem maior diferença do que outras.
Acredito que os itens acima estejam entre os mais importantes a serem considerados antes de sua primeira viagem à Flórida. E, mesmo que você já tenha visitado este incrível destino, talvez alguns destes itens sejam novidades pra você.
Espero ter contribuído com a sua viagem para a Flórida.
Um abraço.
Alyson Regis Darugna


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10 Coisas irritantes que as pessoas pensam ou dizem sobre Disney

FONTE: http://www.viagensdicas.com/disney/coisas-irritantes-que-pessoas-pensam-ou-dizem-sobre-disney/

Sobre Alyson Darugna

Alyson Regis Darugna é formado em Comunicação Social, casado, pai da bela Martina, cidadão brasileiro e italiano. Vive em Blumenau, Santa Catarina. Ama viajar e possui um interesse ainda maior pelo norte da Itália, pela Flórida em geral e pela Disney em particular. Fluente em Inglês e Italiano, possui também interesse pela língua Alemã. Tem como grandes hobbies a leitura, ficar por dentro de novas tecnologias, e, acima de tudo, viajar.

                       

10 Coisas irritantes que as pessoas pensam ou dizem sobre Disney

 Eu sou um fã assumido da Disney, em especial dos seus parques e atrações. Sendo um aficionado, preciso confessar que comumente escuto equívocos e comentários mal-informados sendo falados pelos não-fãs.

 

Alguns destes comentários ou crenças são leves, podem ser corrigidos com apenas poucos ajustes, outros são absolutamente equivocados e chegam a não ter conserto, a ideia errada, nestes casos, precisa ser completamente eliminada para a inserção de uma informação correta e que faça sentido.
Claro que as pessoas não precisam saber informações corretas sobre a Disney, se não tiverem interesse. Se você estiver lendo este post, vou assumir que você tem alguma inclinação a gostar dos temas que envolvem Disney e seus parques. Se não tiver interesse, favor encaminhar-se para algum outro de nossos posts, obrigado.

1- Achar que Disney e Universal são sinônimos

A palavra Disney é usada com um significado amplo por quase todos que vão visitar os parques em Orlando. Se alguém lhe disser algo como: “Vou para a Disney mês que vem”, você pode entender algo como: “Vou no mês que vem para a grande Orlando, e lá visitarei os parques da Disney, Universal, SeaWorld, e quem sabe até o Busch Gardens Tampa”.
Isto é tão verdade e tão comum que, aqui no Viagens Dicas, nós criamos uma categoria chamada Disney que engloba todos estes parques citados acima. Já que é assim que as pessoas se expressam, achamos melhor categorizar os textos desta maneira.
Até aí tudo bem.
O problema começa quando as pessoas realmente não diferenciam as coisas. Uma coisa é usar o termo Disney para descrever a experiência ampla de quem visita aquela área. Outra é colocar todos estes parques no mesmo patamar. Se referindo a eles como se fossem do mesmo nível, o que evidentemente não é verdade.
Todos eles tem seus pontos altos. Cada um agrada a um tipo diferente de público, mesmo que muitas pessoas desejem visitar todos eles.
Mas quando falamos de números, a Disney ganha disparadamente. O Magic Kingdom sozinho é o parque mais visitado do mundo. E sabe quem são os parques nas posições 2 até o 8? Todos Disney, seja da área de Orlando ou de qualquer outra parte do mundo. Em nona colocação está o primeiro parque que não é Disney, o Universal Studios Japan, já na décima posição, encontra-se o primeiro parque não-Disney da área de Orlando, o Islands of Adventure, da Universal Orlando Resort. Obviamente estes números podem variar um pouco de fonte para fonte, mas a grande lição aqui é que a Disney é líder absoluta em número de visitantes.
É interessante frisar que eu, assim como muitas outras pessoas, também adoro os parques da Universal. Mas que de forma nenhuma estes parques briguem de igual para igual.
É também interessante frisar que, mesmo com a abertura da área temática do Harry Potter, os parques Disney continuam líderes em visitação anual.
A grande verdade é que, quem vai à área de Orlando (veja aqui 22 razões para visitar Orlando este ano) com apenas poucos dias, acaba indo à Disney como prioridade, fato este verificado pelo número de pessoas que atravessam seus portões a cada ano, comparado com o número de visitantes dos parques concorrentes, como Universal e SeaWorld.

2- Chamar a atração Spaceship Earth de a bola do Epcot, ou de bola de golfe

Esta nem é tão grave assim, eu mesmo sou culpado de já ter feito isto. Chamar a atração Spaceship Earth de “A bola do Epcot”, ou então de “Golf Ball”, pode não ser grave. Mas preciso dizer aqui que isto costuma irritar os puristas, pessoas como Matt Hochberg ou Lou Mongello, que são dois dos mais importantes autores e criadores de conteúdo sobre Disney do mundo.
Para uma abordagem muito similar, com maior detalhamento, ver item 8.

3- Visitar os parques uma vez e voltar dizendo que conheceu a Disney

Aquela situação de pessoas que vão uma vez para um destino, e voltam dizendo que “conhecem” tal destino já é irritante por si só, agora, se o destino em questão forem os parques da Walt Disney World, então o caso se torna instantaneamente mais grave.

4- Achar que você pode visitar todos os parques de Orlando, inclusive os da Disney, em uma só visita

Este é um pensamento até aceitável para quem nunca esteve por lá, mas absolutamente imperdoável quando vindo de alguém que já visitou Orlando e suas atrações ao menos uma vez na história recente (de 5 anos para cá).
Quem nunca esteve lá, e analisa suas opções de forma apenas numérica, vai chegar a algo como 8, 9, ou 10 (ou mais) parques, dependendo de como se conta, e se você inclui aí, ou não, os parques aquáticos. Analisando desta forma, e sabendo que você vai passar 12 dias na área de Orlando, parece ser totalmente plausível visitar todos estes parques, mas será que isto é verdade?
Quem já esteve por lá provavelmente chegou a notar o tamanho nada modesto da maioria daqueles parques. Quinze quilômetros caminhados em um único dia, em um único parque, não é algo raro de acontecer.
Pensemos juntos, quantas vezes por mês você caminha 15km em um único dia em sua cidade? Você realmente acha que você e sua família vão aguentar visitar tantos parques, e ainda fazer compras, frequentar restaurantes, etc? Já lhe adianto que não, quase certamente que não!

5- Dizer que na Disney só tem brasileiros e que você pode ir pra lá só falando português

É bem verdade que hoje muitos brasileiros estejam viajando e que, muitos deles, apreciem visitar Orlando e os parques da Disney. Agora, dizer que lá “só tem brasileiros”, ou que a maioria dos visitantes seja de pessoas do Brasil é um exagero sem tamanho.
É claro que em algumas épocas do ano o número de brasileiros por lá seja bastante grande, principalmente nas férias de Julho, que trazem consigo vários grupos de adolescentes brasileiros de camiseta amarela atropelando tudo.
Para a nossa sorte, os brasileiros estão presentes, mas não são, e nem serão, a maioria por lá. Eu considero que isto seja uma coisa boa porque, quando você viaja, você não quer mais do mesmo, não é verdade?
Outra ilusão é a de que você não precisa saber falar inglês para nada na Flórida, em Orlando, ou, mais precisamente, na Disney. Claro que você encontra brasileiros trabalhando por lá. Mas novamente aqui eles representam uma minoria.
Sempre é importante estar preparado, pelo menos com conhecimento de partes básicas do idioma do país que vamos visitar. Lembre-se que o idioma falado por lá é o inglês, e não o português, espanhol, e muito menos o portunhol.
Eu já me deparei algumas vezes com pessoas tendo dificuldade de comunicação até nas coisas mais básicas, como pedir água ou Coca-Cola em um restaurante. Certa vez no restaurante alemão Biergarten, no parque Epcot, presenciei uma brasileira tendo dificuldade com estes dois itens, ao pedir a bebida do seu marido e a sua. Literalmente ela olhava para a garçonete, uma alemã em trabalho temporário na Disney, e literalmente berrava “água“, e “coca“, esticando de forma irritante as vogais.
Os músicos no Restaurante Biergarten, Epcot
Os músicos no Restaurante Biergarten, Epcot
Não é preciso dizer que estas duas palavras não significam muito, nem em inglês, muito menos em alemão. Será que é tão difícil decorar palavras como Water, Coke, e outras palavras básicas que vão lhe ajudar no seu dia-a-dia no exterior?

6- Achar que na Disney só se pode comer hambúrguer, pizza, cachorro-quente, e batata frita


O delicioso New England Pot Roast
Grande besteira. E o mais triste é que este absurdo não é só falado por pessoas que nunca estiveram na Disney, mas até mesmo por pessoas que acabaram de voltar de lá.
Conversei pessoalmente com uma pessoa que havia voltado poucos dias antes de lá e que me disse que os 3, ela, o marido e o filho, só comeram isto, hambúrgueres, pizzas, batatas-fritas, e cachorros-quentes em sua recente viagem. Ela chegou a me dizer que comendo desta forma o seu filho havia perdido peso (pouco provável, não é mesmo?).
Quando eu tentei explicar à ela que, mesmo dentro dos parques da Disney, há uma oferta enorme de restaurantes com os mais variados tipos de comida, e que eu acreditava que seriam ótimas alternativas a viver de Fast Food em viagem, ela entrou em negação e mudou o assunto bruscamente.
A questão é, suas opções são realmente limitadas? Ou estas pessoas precisam de uma desculpa para soltarem a franga e viverem da forma como gostariam de viver aqui, isto é, comendo Fast Food todos os dias, várias vezes ao dia?
Atualização: Ao conversar com meu irmão Daniel, do Blog Doce Dieta (que fala sobre perda de peso e alimentação saudável) hoje no almoço, ele me disse que havia lido este texto e gostado bastante, mas que tinha algo a acrescentar. Perguntei o que era e ele me disse que era a razão número 1 em função da qual os turistas em visita a Orlando e, em especial, à Disney acabam por optar unicamente pelo Fast Food.
Sabe o que ele me disse? (e eu concordei 100% com ele)
A razão número um pela qual os turistas em viagem à Flórida e aos parques optam pelo Fast Food é evitar a barreira linguística ao máximo. Ao optarem por Fast Food, eles evitam constrangimentos com garçons em restaurantes que oferecem o Table Service (serviço de atendimento de garçom que vem à mesa pegar o pedido).
Faz total sentido! Quando você pega uma fila de Fast Food (é só lembrar da última vez que você sucumbiu à tentação e pegou a fila do McDonald’s ou Burger King), há mostradores gigantes com as opções, com fotos para não deixar dúvida daquilo que você receberá. E, muitas vezes, um nome simples, às vezes até um número, são a chave para o pedido não só da comida, mas do combo (comida, bebida, sobremesa, …). Desta forma o pedido é quase stress-free.
E esta então seria a principal razão pela qual os brasileiros em viagem acabem por optar em deixar de lado possibilidades incríveis de refeições, para irem direto ao ponto e evitarem o estresse de uma comunicação que teria boas chances de sair truncada.
Algumas opções para comer bem na Disney, com um bônus de Universal:

7- Achar que você pode visitar os parques da Disney com qualidade quando você não possui preparo físico

Esta é uma questão que, mais tarde do que cedo, todos acabam aprendendo na marra.
Chegam a Orlando cheios de empolgação, e disto eu não os culpo, com uma lista de 9 parques para verem em alguns dias, e, lá pelo quinto parque, estão exaustos e querendo voltar para casa e para o feijão com arroz do dia-a-dia.
Isto acontece porque há uma falta de preparo prévio. Estou falando aqui no sentido amplo, tanto de preparo físico quanto de preparo no sentido de conhecimento e informações claras sobre o que lhes espera por lá.
Os parques são enormes e você caminha literalmente muito. Dependendo de onde você estiver hospedado, a maratona já começa para chegar do seu quarto até o seu carro no estacionamento do hotel.
Alguns hotéis de Orlando são enormes, como o Rosen Centre, o hotel que eu e minha esposa nos hospedamos em nossa lua de mel. Para chegarmos de nosso quarto, no vigésimo quarto andar da torre do hotel, até nosso carro, no estacionamento de trás, levávamos em torno de vinte minutos andando, isso sem contar a paradinha no Starbucks que havia no lobby do hotel. Para chegarmos até o carro, passávamos por toda a área de alimentação do hotel, que neste caso era literalmente uma praça de alimentação quase do tamanho de uma encontrada em Shopping Centers. Com restaurantes, no plural, bares, o Starbucks que já mencionei acima, e até uma Deli (minimercado no estilo loja de conveniência). Depois disso haviam os 3 Ball Rooms (salões de baile). E só depois disso estávamos na área externa do hotel. Mas como o estacionamento também era enorme, a jornada ainda não havia acabado.
Cansou né? E isto que mal entramos no carro. Considerando este hotel especificamente, a viagem de carro levava 25 minutos até o portal da Disney.
Depois disso você precisa pagar o estacionamento em uma daquelas praças de pedágio, dirigir até sua vaga, sair do carro, andar até o Tram, que é uma espécie de trenzinho que lhe leva até a entrada do parque, ou no caso do Magic Kingdom, o TTC, de onde você ainda precisa pegar mais um meio de transporte até o parque, neste caso você pode optar por uma Balsa, ou pelo Monorail (este é mais rápido).
Isto tudo só para chegar nos parques em si. E agora começa a jornada, que pode durar, se você for como eu e quiser estar no parque da hora de abrir até a hora de fechar, umas 12 ou mais horas. Depois disso você fará todo o trajeto ao contrário. Deve ir até o seu carro, de Tram ou a pé, depois até o seu hotel ou casa de aluguel temporário, para começar tudo de novo no dia seguinte.
Minha intenção aqui não é fazer com que isto pareça cansativo a ponto de não ser interessante e divertido. Acredite, é muito legal! Mas a mensagem aqui é que isto tudo demanda um esforço físico muito maior do que o seu dia-a-dia em casa, mesmo incluindo aí suas incursões eventuais à academia.
A mensagem aqui é: Prepare-se! Coloque-se a caminhar intensamente a começar por no mínimo 2 meses antes da viagem (idealmente 3 meses). E caminhe intensamente e várias vezes por semana, principalmente se você quiser visitar vários parques em sua estada em Orlando.
Parte da preparação prévia envolve informar-se sobre os parques disponíveis e as atrações que cada um deles oferece. Assim como a quantidade que se caminha diariamente nos principais parques (até 18km em um único dia).
Em posse de todas estas informações, ficará muito mais fácil para você decidir quantos dias ficará em Orlando e quantos parques você irá visitar sem que esta atividade torne-se uma tortura. A decisão torna-se ainda mais importante para quem viaja em um número maior de pessoas, sejam familiares ou amigos.
Com cada pessoa tendo seus próprios interesses, gostos, visões do que comer, e, principalmente, cada um com o seu preparo físico em diferentes níveis, e também a quantidade de horas por dia que consegue manter o bom-humor, você terá de criar um plano que satisfaça a todos na média. Ou pode também usar estratégias como fazer subdivisões, criando alguns grupos menores por similaridades de idade, preparação física, ou gostos pessoais. Isto facilitará em muito a sua visita aos parques da Disney, Universal, e outros.

8- Achar que uma visita parcial faz com que você conheça os parques

Portal do Walt Disney World Resort
Portal do Walt Disney World Resort
Não é possível conhecer bem cada parque Disney nem com várias boas visitas de tempo integral (do momento da abertura ao momento do seu fechamento). Imagine agora achar que conheceu um parque pois você esteve nele das 14h às 21h, uma vez na vida?
Acredite, já ouvi de inúmeras pessoas, “eu conheço o Epcot”, ou “conheço a Disney”, pessoas que estiveram uma vez, e ainda passaram correndo pelas somente pelas atrações principais (ou mais faladas).
Penso que a forma correta de falar sobre isto seria: “já visitei o Epcot”, ou “tive a oportunidade de visitar a Disney uma vez”. O uso do verbo “conhecer” traz implícito um nível de aprofundamento que é impossível atingir com uma só visita a um destino enorme como os parques do complexo Walt Disney World.

9- Achar que os parques da Disney são só para crianças

Bela vista da atração Dumbo, com o Castelo da Cinderella ao fundo
Bela vista da atração Dumbo, com o Castelo da Cinderella ao fundo
Este é um grave erro. Podemos até considerar que Disney, principalmente o Magic Kingdom, não vá ser o destino preferido de uma faixa etária, mas estes não são os adultos, mas sim os adolescentes.
Os tweens (entre 10 e 12 anos), e principalmente os teens (garotada na faixa dos 13 aos 19 anos), costumam preferir os parques da Universal. Em parte, por causa do que cito no próximo item, que é a associação direta de “radical = legal“. Como esta faixa etária acaba tendo uma necessidade maior de desafiar medos, podemos entender, ao menos em parte, a tendência de colocar as atrações mais radicais em um patamar mais elevado em sua lista de atrações favoritas.

10- Achar que só radical = legal, e mais nada

Não estou querendo dizer aqui que as atrações radicais não sejam divertidas. Eu mesmo gosto muito delas, tanto as da Universal, como por exemplo a própria atração Headliner da área temática do Harry Potter no parque Islands of Adventure, chamada Harry Potter and the Forbidden Journey. Como também a outra atração da mesma área, Dragon Challenge, que é uma montanha-russa gêmea e invertida, a atração The Incredible Hulk, no mesmo parque, ou a atração Hollywood Rip Ride Rockit, no parque irmão, o Universal Studios Florida.
Sem falar nas atrações do mesmo estilo na Disney, como Rock ‘n’ Roller Coaster featuring Aerosmith, Twillight Zone Tower of Terror, ambas no Hollywood Studios, ou atrações como a Space Mountain, no Magic Kingdom, ou Expedition Everest, no parque Animal Kingdom.
A realidade é que as atrações, sejam elas radicais ou não, são mais bem feitas e possuem maior nível de acabamento e detalhamento na Disney.
Vamos pegar as montanhas-russas como um exemplo, de uma lado a 3 mencionadas do complexo Universal: Dragon Challenge, The Incredible Hulk, e Hollywood Rip Ride Rockit. Apesar de serem 3 montanhas-russas fantásticas, que eu adoro experienciar sempre que possível, é preciso admitir que o nível de acabamento, detalhamento, e imersão no tema proposto são superficiais.

Qual a diferença entre o nível de acabamento das atrações entre Disney e Universal?

Vamos começar analisando somente a aparência geral destas atrações, você olha para elas na Universal e, em geral, o que vê é um monte de ferragens, com a totalidade ou quase totalidade de seus trilhos expostos ao tempo. Suas filas também não são nada extraordinárias, a estória de pano de fundo é superficial e há pouca imersão nas mesmas.
E excessão à esta regra esta, principalmente mas não unicamente, nas novas áreas de Harry Potter, uma em cada parque. Estas áreas são fantásticas  quase sem comparação. O nível de detalhamento, imersão e tematização são incríveis. Eles são fruto da Universal correndo atrás e, ao jogar o jogo da Disney, alcancá-la ou praticamente ultrapassá-la.
Já na Disney, se pegarmos as atrações que citei logo acima: Rock ‘n’ Roller Coaster featuring Aerosmith, Twillight Zone Tower of Terror, Space Mountain, ou Expedition Everest, você vê o nível de atenção Disney a todos os detalhes já quando você vê estas atrações de longe.
Elas já são interessantes e agradáveis quando avistadas de longe, e mais impressionantes ainda quando você se aproxima delas.
O nível de detalhamento se mostra presente em cada detalhe destas atrações, desde o momento que você passa de Monorail por perto da atração Space Mountain, você sabe que algo interessante lhe aguarda. E quando você entra na fila, se depara com o tema espacial, luz bem fraca, com matizes predominantes de azul, você fica inevitavelmente imerso pelo tema proposto, a exploração espacial.

A atração Expedition Everest

No caso da atração Expedition Everest, você enxerga a atração já de fora do parque Animal Kingdom, e o que poderia ser um monte de ferragens expostas, afinal esta é uma montanha-russa, e das bem altas, é visto como uma montanha dos Himalaias, inclusive com neve em seu topo, no meio da Flórida. Precisamos reconhecer que é uma visão bastante agradável.
E quando você chega mais perto, você é imediatamente levado, de maneira completamente imersiva, à narrativa da estória por trás da atração, a expedição do monte Everest, os desafios de sua escalada, objetos relativos à exploração estão por toda parte, bandeiras de oração budistas, e, não poderia faltar, o mito do Yeti, o Pé Grande. Inclusive com supostas fotos do mítico ser das montanhas, e também um modelo em tamanho real, marcas de pegadas, tudo isto fazendo com que você viva a experiência do modo mais imersivo possível.
Já no Hollywood Studios, dois Headliners nos esperam. O primeiro e mais alto você já vê de bastante longe, antes mesmo de você estacionar o carro. A atração Twillight Zone Tower of Terror é uma das mais impressionantes e imersivas de toda a área de Orlando.

A atração Twillight Zone Tower of Terror

O uso de capas em dias de chuva é inevitável, ao fundo, vê-se a atração Twillight Zone Tower of Terror
O uso de capas em dias de chuva é inevitável, ao fundo, vê-se a atração Twillight Zone Tower of Terror
Você literalmente entra em um hotel da virada do século 19 para 20, com todo o glamour da Hollywood da época, mas o hotel se encontra abandonado. Já nos seus jardins se pode sentir aquela sensação estranha de estar chegando em algum lugar abandonado, onde algo saiu muito errado.
Isto tudo para tentar (e acreditem, eles conseguem) sustentar a ideia de que, em um determinado dia, um raio atingiu o hotel e, não só dizimou uma parte do prédio, como também levou junto diversos hóspedes, que hoje vivem ali como fantasmas.
É claro que durante a atração você inclusive vai se deparar com tais fantasmas, mas isso é só um dos detalhes que a atração lhe oferece. É impressionante o nível de detalhamento do lobby, da biblioteca, onde um vídeo explicativo do que ocorreu é passado, como um episódio da antiga série The Twillight Zone. Depois disto você vai para o Boiler Room, área onde ocorre o aquecimento da água do hotel, ainda feita à carvão, e armazenada em imensos Boilers. É possível ver o carvão armazenado, e, inclusive, o fornos com carvão ainda queimando.
Depois disto você entra no elevador de serviço, e é aí que vem o ápice da diversão.

A atração Rock ‘n’ Roller Coaster featuring Aerosmith

A atração Rock 'n' Roller Coaster em um dia chuvoso
A atração Rock ‘n’ Roller Coaster em um dia chuvoso
Logo ao lado desta atração, há também a outra atração principal do parque Hollywood Studios, a Rock ‘n’ Roller Coaster featuring Aerosmith. Esta também uma montanha-russa. Da mesma forma com o que ocorre com Space Mountain e Expedition Everest, a Rock ‘n’ Roller Coaster featuring Aerosmith também não revela suas ferragens, em vez disso, ela é completamente indoor, você não tem a mínima ideia de como vai ser o “passeio” até que você experimente.
Logo de cara você vê um bonito portal com um carro de cabeça para baixo, o trilho exposto aqui é apenas decorativo, intencional e não acidental como é o padrão na Universal. O próximo grande ícone é a guitarra gigante.
A fila já lhe remete ao tema Rock and Roll, pois ela lhe leva para dentro de uma gravadora de música. Há discos de ouro pelas paredes, mais guitarras, cartazes de artistas musicais atuais e antigos, uma exposição de microfones e outros instrumentos musicais, música tocando ao fundo, enfim, é impossível não se sentir imerso no universo da música e do rock nesta atração.

Logo depois você entra em uma sala escura onde seria o aquário, aquela sala onde há isolamento acústico e é utilizada para as gravações, você vê os instrumentos e, do outro lado do vidro, os integrantes da banda Aerosmith e sua empresária. Eles estão atrasados para um show, mas querem nos levar, já que somos seus fãs, junto para o show, junto com eles em uma limousine gigante, com passes especiais para o backstage.
O interior da atração Rock 'n' Roller Coaster featuring Aerosmith, no parque Hollywood Studios
O interior da atração Rock ‘n’ Roller Coaster featuring Aerosmith, no parque Hollywood Studios
No próximo ambiente lhes aguardam suas limousines, e como o show está para começar a qualquer momento, você precisa ir rápido! Ao contrário das montanhas-russas citadas da Universal, em que você é puxado bem devagar até uma razoável altura, para que de lá a gravidade faça o seu trabalho, aqui, na Rock ‘n’ Roller Coaster featuring Aerosmith, você é disparado à toda velocidade para frente, para já de saída encontrar várias inversões (loopings).

A exceção à esta regra na Universal: Harry Potter and the Forbidden Journey

Vale frisar que, uma exceção à esta regra seja a atração Harry Potter and the Forbidden Journey, que acredito esteja à altura do nível de ambientação, imersão, qualidade dos detalhes, filas que contam a estória em detalhes, etc, que a Disney consegue colocar em suas atrações.
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Considerações Finais

Como um fã da Disney, acho irritantes os comentários e pensamentos acima. Concordo que eu deveria não dar bola para isto e não me irritar. Mas a verdade é que irrita.
Acredito fortemente que o segredo para uma viagem bem aproveitada, principalmente para os parques da Walt Disney World, seja a preparação, principalmente a preparação informativa, lendo livros e blogs sobre o destino, mas também a preparação física, que em um caso como o dos enormes parques da Disney, vem muito a calhar.
Prepare-se e tenha a melhor experiência possível em suas viagens para a Disney!
   

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A Nova Fantasyland, no Disney Magic Kingdom

FONTE: http://www.viagensdicas.com/disney/fantasyland-disney-magic-kingdom/

Sobre Alyson Darugna

Alyson Regis Darugna é formado em Comunicação Social, casado, pai da bela Martina, cidadão brasileiro e italiano. Vive em Blumenau, Santa Catarina. Ama viajar e possui um interesse ainda maior pelo norte da Itália, pela Flórida em geral e pela Disney em particular. Fluente em Inglês e Italiano, possui também interesse pela língua Alemã. Tem como grandes hobbies a leitura, ficar por dentro de novas tecnologias, e, acima de tudo, viajar.

O Castelo da Fera, na Nova Fantasyland, Magic Kingdom                  

A Nova Fantasyland, no Disney Magic Kingdom

 Inaugurada recentemente, no início de Dezembro de 2012, a nova área da Fantasyland, no parque Magic Kingdom, apresenta várias novas atrações. Esta foi a maior expansão do parque desde sua inauguração em 1971. Algumas atrações que existiam no Magic Kingdom, como a casa do Mickey e a casa da Minnie, que faziam parte da Mickey’s ToonTown Fair foram fechadas para darem lugar à expansão.

 

Algumas atrações clássicas, como o Dumbo, foram modificadas e, além de ter duplicado sua capacidade, contou também com um redesenho total de sua fila de espera. A fila agora é parte da atração, e promete distrair as crianças enquanto aguardam para andarem no elefante orelhudo e voador.
O Castelo da Fera, na Nova Fantasyland, Magic Kingdom
O Castelo da Fera, na Nova Fantasyland, Magic Kingdom
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Mesmo já tendo sido aberta ao público, a nova Fantasyland ainda está em obras. Uma de suas principais atrações ainda está sendo construída. É a Montanha russa dos sete anões – Seven Dwarfs Mine Train – que, apesar de ser planejada para toda a família, promete ser bem emocionante, pois foi desenvolvida com uma nova tecnologia em que o carro balança lateralmente, dando a impressão de ser um trem de mina desgovernado.
Acesso ao Be Our Guest Restaurant, na Nova Fantasyland, Magic Kingdom
Acesso ao Be Our Guest Restaurant, na Nova Fantasyland, Magic Kingdom
A principal atração da Fantasyland, na minha opinião, é o Be Our Guest Restaurant, que fica dentro do castelo da Fera. O castelo da Fera, é agora, o segundo castelo do Magic Kingdom, que tem como seu marco principal o castelo da Cinderella. O castelo da Fera é bem menor que o castelo da Cinderella. Foi construído sobre uma montanha artificial, utilizando uma técnica chamada de perspectiva forçada, dando a impressão de estarmos sempre muito distantes dele.
Corredor de acesso ao Be Our Guest Restaurant
Corredor de acesso ao Be Our Guest Restaurant
O restaurante é lindo e possui uma arquitetura que lembra um pouco, para quem já foi, o castelo do Harry Potter, no Universal Islands of Adventure. Ele tem diferentes tipos de atendimento no almoço e no jantar. No almoço você escolhe o que vai comer em telas sensíveis ao toque já na entrada do restaurante, e paga na própria máquina onde faz o pedido.
O Be Our Guest Restaurant é uma atração à parte, vale a pena uma visita ao parque só pela experiência de comer neste restaurante.
Depois de fazer o pedido, você segue para o interior do restaurante e escolhe uma mesa, trazendo consigo o objeto com o desenho de uma flor que lhe foi entregue por um Cast Member. Este objeto possui um chip RFID (Identificação por rádio-frequência). Por causa do chip no objeto em forma de flor, o garçom consegue achar a sua mesa, e, desta forma, ele traz a comida até você. As opções são relativamente poucas em quantidade, mas ricas em sabor e qualidade. O estilo da comida é inspirado na cozinha francesa e, aqui, se come com talheres de verdade, mesmo no almoço, quando o estilo do menu é comida rápida. Um grande diferencial com relação a outros restaurantes de comida rápida nos parques, onde os talheres são de plástico.

O restaurante Be Our Guest é dividido em 4 ambientes principais:

  • Ballroom – O salão de baile, maior e principal espaço do restaurante. A maioria dos clientes escolhe este ambiente por ser onde fica o acesso principal.
  • West Wing – Escuro e misterioso, este ambiente permanece à meia-luz, por isso, pode não ser o salão ideal para comer com crianças, principalmente as que se assustam facilmente.
  • The Rose Gallery – Simpático ambiente com uma bela estátua giratória da Bela e da Fera.
  • Belle’s Library – Este é o local onde ficam as telas sensíveis ao toque e que servem para fazer o pedido no período em que é servido o almoço.
West Wing- Umas das 3 áreas para refeições no Be Our Guest Restaurant
West Wing- Umas das 3 áreas para refeições no Be Our Guest Restaurant
O Be Our Guest Restaurant é uma ótima opção de alimentação rápida para o almoço. Para o horário do almoço não são aceitas reservas. Depois das 16h o restaurante passa a oferecer jantar e atendimento diretamente na mesa. Possui um menu especial para o jantar. Mesmo podendo receber 550 clientes sentados, é bastante indicada a reserva prévia (ADR). As reservas são possíveis com 180 dias antes da data desejada. Se você é de se se programar com antecedência (altamente indicado) e já sabe a data em que visitará o Magic Kingdom, reservar a sua mesa para jantar no Be Our Guest Restaurant deverá ser o seu próximo passo.
A Pequena Sereia, dentro da atração Under the Sea — Journey of the Little Mermaid
A Pequena Sereia, dentro da atração Under the Sea — Journey of the Little Mermaid

Under the Sea — Journey of the Little Mermaid

Outra atração já aberta e ativa na Nova Fantasyland é Under the Sea — Journey of the Little Mermaid. Nele você é levado em uma viagem ao fundo do mar. Com os personagens consagrados do filme A Pequena Sereia. É, de certa forma, similar à atração The Seas with Nemo & Friends, mas com a temática da Pequena Sereia. É uma atração bem calma e relaxante, ideal para toda a família. Se a fila estiver muito grande e o seu grupo não incluir crianças, talvez valha a pena deixar esta atração para outro momento.

Dumbo the Flying Elephant:

Em Dumbo the Flying Elephant, uma das atrações clássicas do Magic Kingdom, a novidade é que agora a são 2 “carrosséis”, antes havia apenas um. Com isto, a capacidade da atração foi duplicada. Quem foi antes da renovação deve lembrar da fila. Agora, além da espera ser menor, a fila se tornou uma experiência interativa, o que é ótimo para famílias com crianças impacientes.

Lista das atrações da Nova Fantasyland:

  • Enchanted Tales with Belle: Estórias contadas pela Bela.
  • Be Our Guest Restaurant: Almoce no castelo da fera. Restaurante comentado acima.
  • Under the Sea — Journey of the Little Mermaid: Uma jornada calma e bonita pelo mundo da Pequena Sereia. Comentamos sobre esta atração neste artigo.
  • Ariel’s Grotto: Para fotografias e autógrafos com a Pequena Sereia.
  • The Barnstormer: Voe com o Grande Goofini nesta montanha-russa para crianças.
  • Dumbo the Flying Elephant: A versão revisitada do clássico elefante orelhudo. Detalhes acima.
  • Bela vista da atração Dumbo, com o Castelo da Cinderella ao fundo
    Bela vista da atração Dumbo, com o Castelo da Cinderella ao fundo
  • Casey Jr. Splash ‘N’ Soak Station: Estação de brincadeiras com água. Seu filho vai se molhar bastante, mas é diversão garantida (para ele).
  • Fantasyland Station: A mais nova estação do trem que move os visitantes ao redor do Magic Kingdom, a Walt Disney World Railroad.
  • Gaston’s Tavern: Restaurante de serviço rápido (Counter Service). Onde você faz o seu pedido no balcão. Seu carro-chefe é o Roasted Pork Shank (Pernil Assado).                                             

    Considerações Finais

    O Magic Kingdom é o parque que, para a maioria das pessoas, representa a Disney como um todo. Sempre foi parada obrigatória para quem vai à Flórida para visitar os parques temáticos. Com a ampliação da Fantasyland, temos ainda mais motivos para visitar este parque incrível.


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sábado, 29 de abril de 2017

A transformação de Downtown Disney em Disney Springs

FONTE: http://www.viagensdicas.com/disney/transformacao-downtown-disney-em-disney-springs/

Sobre Alyson Darugna

Alyson Regis Darugna é formado em Comunicação Social, casado, pai da bela Martina, cidadão brasileiro e italiano. Vive em Blumenau, Santa Catarina. Ama viajar e possui um interesse ainda maior pelo norte da Itália, pela Flórida em geral e pela Disney em particular. Fluente em Inglês e Italiano, possui também interesse pela língua Alemã. Tem como grandes hobbies a leitura, ficar por dentro de novas tecnologias, e, acima de tudo, viajar.

Há áreas em Downtown Disney que estão com tapumes em ambos os lados                     

A transformação de Downtown Disney em Disney Springs

 Quem acompanha o Viagens Dicas já sabe que somos fãs de Downtown Disney, o distrito Disney de entretenimento, compras, e gastronomia onde não se paga ticket para entrar.

 

Este distrito está passando por uma renovação completa, a ponto de ser uma reinvenção do lugar. As mudanças são tão grandes e extremas que Downtown Disney inclusive mudará seu nome, quando estiver completamente renovada, em 2016, passará a ser chamada de Disney Springs.

Disney Springs terá uma estória

E como tudo na Disney tem uma estória, Disney Springs certamente tem a sua. Um dos objetivos é conectar as 3 subdivisões que hoje existem, mas que não possuem uma conexão temática clara.
Disney Springs representa uma pequena vila à beira de um lago, como tantas outras cidades da Flórida. E que foi se desenvolvendo até se tornar, depois de um processo de “bonitificação”, um complexo de compras, gastronomia, e entretenimento.
Além das 3 subdivisões atuais, uma nova será criada, e uma delas será completamente reformulada e mudará se nome.
  • The Marketplace – área já existente
  • The Landing (anteriormente Pleasure Island)
  • The Town Center – área completamente nova
  • The West Side – área já existente
Vale lembrar que as reformas e modificações incluirão até mesmo as duas áreas que manterão seus nomes atuais: The Marketplace, e The West Side.

O exemplo de outras cidades da Flórida que passaram por um processo de embelezamento

Sabemos que várias cidades da Flórida passaram, ao longo dos anos, por processos parecidos de “bonitificação”, onde ao menos uma pequena parte de uma cidade passa por uma completa reestruturação. De forma a deixá-la, além de mais bonita, também mais amigável aos pedestres.
Em um estado em que as pessoas pegam o carro para fazerem quase qualquer coisa, é muito bom poder estacionar o carro e andar pelo que poderia ser o centrinho de uma pequena cidade. Quem conhece cidades como Boca Raton, Weston, West Palm Beach, e tantas outras cidades da Flórida, provavelmente sabe do que estou falando.

O centrinho da Disney

Downtown Disney já era considerada por muitos, como um destes centrinhos. Mas ela não possuia, e ainda não possui, o aspecto de centrinho de cidade pequena, que é uma característica das áreas que podem ser encontradas nas 3 cidades citadas no parágrafo anterior. E é exatamente isto que a renovação total de Downtown Disney vai trazer ao torná-la Disney Springs.
A Disney tentou montar essa estória fundindo elementos da história da Disney e também da história das cidades da Flórida que são localizadas à beira de lagos alimentados por uma nascente. “Spring” em inglês significa nascente de água (além de significar também mola, e também uma estação do ano).

As obras estão por todo lado

Não deixe de visitar Downtown Disney só porque eles estão em obras, lembre-se, você está na Disney, e a organização é total, mesmo em meio à obras imensas.
Há áreas em Downtown Disney que estão com tapumes em ambos os lados
Há áreas em Downtown Disney que estão com tapumes em ambos os lados
Algo que chama atenção logo de cara são os imensos prédios de estacionamento que estão sendo construídos. Além de aumentarem a capacidade total de carros estacionados, esta obra liberará terreno, que hoje é usado como um estacionamento horizontal, para a mega-expansão de Downtown Disney.
É possível também observar obras a ritmo acelerado no lago, onde também será feita uma expansão das atrações.
Mais tapumes, fruto das obras que transformarão Downtown Disney em Disney Springs
Mais tapumes, fruto das obras que transformarão Downtown Disney em Disney Springs
Há tapumes por todo lado, mas são tapumes bonitos, padrão Disney. Alguns destes tapumes têm até luminárias, chegam a parecer paredes fixas.

Downtown Disney como ela é hoje

Como já falamos antes aqui no Blog Viagens Dicas, Downtown Disney possui várias atrações. Um dos destaques de seu repertória é o famoso espetáculo La Nouba, do Cirque du Soleil. Este é um expetáculo imperdível, se você tiver tempo em sua próxima visita à Disney e Orlando.
3 importantes atrações de Downtown Disney em uma única foto, Disney Quest, Cirque du Soleil, e House of Blues
3 importantes atrações de Downtown Disney em uma única foto, Disney Quest, Cirque du Soleil, e House of Blues
Há também em Downtown Disney diversas lojas de todos os tipos, souvenirs, roupas, produtos de cozinha, etc.

Lego Imagination Center

Uma das lojas mais icônicas de toda Downtown Disney é a enorme loja da Lego, que foi também reformada e ampliada recentemente. Nela você pode comprar Lego a granel, encontrar ítens exclusivos Disney, brincar com os produtos na própria loja, e muito mais.
Não tem uma vez que eu visite Downtown Disney que eu não entre nesta bela loja.
Outro ponto forte de Downtown Disney são as opções gastronômicas.
Outro ponto forte de Downtown Disney são as opções gastronômicas. Contrariando o mito popular de que na Disney só se pode comer hambúrgueres e batatas fritas, há inúmeros tipos de culinária representados alí. Você pode comer carne preparada ao modo sulino no House of Blues, pode experimentar comida cubana no Bongos Cuban Café, tomar uns drinks de frente para o lago no Paradiso 37, se deliciar com comida italiana no Restaurante Portobello, comer frutos do mar no Fulton’s Crab House, comer em meio a Dinosauros no T-Rex, degustar sandubas de primeira no Earl of Sandwich, comer um salmão ou uma pizza no Wolfgang Puck Express, comer em meio a um ambiente de floresta tropical no Rainforest Café, e muito mais!
As opções de gastronomia citadas acima são somente um apanhado geral, há diversas outras opções, e com a transformação de Downtown Disney em Disney Springs, muitas outras opções certamente serão incorporadas.

Duas novas unidades do Starbucks são inauguradas em Downtown Disney

Recentemente foram inauguradas duas unidades do Starbucks em Downtown Disney (isso mesmo, 2, só em Downtown Disney). Uma destas unidades é bem grande, e possui uma decoração bastante diferenciada.
Antes, quando você quisesse tomar um café especial em Downtown Disney, você tinha como opção a Ghirardelli Soda Fountain & Chocolate Shop. Eu confesso que ainda vou preferir a Ghirardelli principalmente por um motivo: Starbucks você encontra quase a cada esquina, enquanto Ghirardelli não, o que já de primeira a torna mais especial (esta é a única loja Ghirardelli em toda a Flórida). Fora isso, eu também adoro o café deles, principalmente o Soy Ice Cappuccino. De soja, pois sou intolerante à lactose, e gelado pois na Flórida o calor é quase sempre de pelar o couro.

O concorrente de peso ao Starbucks em Downtown Disney: Ghirardelli

Paty e Juli em frente à loja Ghirardelli, em Downtown Disney
Paty e Juli em frente à loja Ghirardelli, em Downtown Disney
Meu café gelado com leite de soja do Ghirardelli em Downtown Disney
Meu café gelado com leite de soja do Ghirardelli em Downtown Disney
Esta unidade em Downtown Disney da Ghirardelli possui 2 entradas. Sempre que você entra pela loja de chocolate, você ganha uma amostra grátis de chocolate. Por causa da minha intolerância à lactose, algumas vezes já pedi pra trocar por Dark Chocolate e eles trocaram sem problemas. Na verdade eles me deram um chocolate escuro adicional, nem precisei entregar o outro sabor, que acabou sendo degustado pela minha esposa.
Para quem gosta a Ghirardelli oferece sorvetes, sundaes, fudge, entre outros.
Um outro restaurante de refeições rápidas que gosto de visitar quando estou em Downtown Disney é o Earl of Sandwich. Eles possuem deliciosos sanduíches feitos na hora, similares ao Panera Bread, mas ainda melhores. Compará-los ao Subway seria uma injustiça tremenda, eles são uma Ferrari, enquanto um Subway seria um Fusquinha.

Vídeo mostrando as obras e os tapumes em Downtown Disney

Este vídeo mostra meu cunhado Thiago, e sua esposa Fernanda, que acabaram de voltar de uma viagem que incluiu o Sul da Flórida, a Disney, e também alguns aeroportos e museus de aviação, já que o Thiago é um piloto por hobby.
Assista o vídeo abaixo e veja como a transformação de Downtown Disney não será nada modesta:




Considerações Finais

Algumas mudanças que a Disney faz geram alguma polêmica e chegam a dividir a opinião dos fãs mais intensos. Este não parece ser o caso de Downtown Disney, em que toda a comunidade de fãs têm concordado que as mudanças vêm para melhorar o que já é muito bom.
Independente de você já ter ido à Downtown Disney antes do início das obras, visitar este distrito de entretenimento, compras, e gastronomia sempre é um bom programa. As obras estão por todo lado mas não chegam a atrapalhar demais a visitação. E, certamente estamos todos ansiosos para quando Downtown Disney se tornar Disney Springs, com todas as novas atrações, além de um paisagismo e arquitetura totalmente repensados.
 
     

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Epcot, o parque da Disney na Flórida que vale por dois

FONTE: http://www.viagensdicas.com/disney/disney-epcot/

Sobre Alyson Darugna

Alyson Regis Darugna é formado em Comunicação Social, casado, pai da bela Martina, cidadão brasileiro e italiano. Vive em Blumenau, Santa Catarina. Ama viajar e possui um interesse ainda maior pelo norte da Itália, pela Flórida em geral e pela Disney em particular. Fluente em Inglês e Italiano, possui também interesse pela língua Alemã. Tem como grandes hobbies a leitura, ficar por dentro de novas tecnologias, e, acima de tudo, viajar.

 Epcot, o parque da Disney na Flórida que vale por dois

Epcot, o parque da Disney na Flórida que vale por dois

 Muito se fala sobre o parque Epcot (ou Éh-pih-cóh-tih, como dizem, de forma bastante simpática, muitos Brasileiros), o parque da Disney que foi originalmente planejado para ser uma cidade. Desdobramentos posteriores e a morte do grande mentor, Walt Disney, fizeram com que o projeto acabasse tomando outros rumos e se tornando o parque temático que conhecemos hoje.

 

Muitas pessoas até dizem não gostar deste parque pelo seu enfoque mais cultural e educacional. Com um ponto podemos concordar, o foco deste parque é menos a fantasia, e realmente mais a Ciência, Tecnologia, Ecologia, Manejo Sustentável do Solo, etc. Temas que realmente não atraem tanto as crianças e adolescentes – e muitos adultos também. Mas isto na parte chamada de Future World, que é somente a primeira metade deste enorme parque.
Entrada do parque Epcot
Entrada do parque Epcot

No World Showcase, são 11 países os países representados ao redor do lago

A outra metade do parque se chama World Showcase, e é exatamente o que o nome promete. Uma demonstração de algumas das nações do mundo, com enfoque em sua Arquitetura, Cultura e Culinária. Cada uma destas 11 nações tem seu próprio “Pavilhão”.
Na verdade, é como uma mini-cidade para cada um dos países representados, onde se vê uma ou mais construções com a arquitetura característica daquele país. Em alguns casos, como a França, há até mesmo uma réplica de um marco deste país. Neste caso, como vocês já devem ter imaginado, há uma réplica da Torre Eiffel.
Rose & Crown Pub & Dining Room
Rose & Crown Pub & Dining Room
Na Inglaterra pode-se encontrar um Pub, o Rose and Crown Pub and Dining Room, e detalhes como a famosa cabine telefônica vermelha.
O delicioso prato típico britânico, Fish and Chips, como servido no Yorkshire County Fish Shop
O delicioso prato típico britânico, Fish and Chips, como servido no Yorkshire County Fish Shop
Na Alemanha, além da arquitetura de uma pequena cidade alemã, encontra-se diversas lojas, todas interconectadas internamente, que vendem desde calendários de advento, passando por cristais, até relógios-cuco.
Família reunida com a réplica de uma pequena cidade alemã ao fundo
Família reunida com a réplica de uma pequena cidade alemã ao fundo
No quesito alimentação, na Alemanha, temos 2 opções, uma rápida e econômica, a Sommerfest, servindo Bratwurst, Pretzels e sobremesas. E uma opção mais completa, com garçom etc. Se chama Biergarten Restaurant. É um Buffet com inúmeras e deliciosas opções. Os Hosts e Garçons costumam ser muito simpáticos neste restaurante. E todos falam alemão já que são alemães em trabalho temporário no Epcot.
Mini-Itália no Epcot, ao fundo
Mini-Itália no Epcot, ao fundo
Na Itália e nos outros países pode-se esperar algo na mesma linha. Arquitetura no estilo Italiano (Veneziano mais frente no Pavilhão, e Napolitano mais ao fundo), funcionários “importados” e que, desta forma, são fluentes no idioma daquele país. Tudo isto dá bastante autenticidade à experiência. A combinação de todos estes elementos torna uma visita ao Epcot uma experiência bastante interessante.
Na Itália, além de diversas lojas, que vendem desde perfumes, máscaras venezianas, temperos, macarrão e afins, existem também duas opções de restaurantes. Um se chama Via Napoli e tem como foco principal as pizzas feitas em seus fornos tradicionais à lenha. Cada forno leva o nome de um vulcão italiano: “Vesuvio”, “Stromboli”, e “Etna”. O outro se chama Tutto Italia e seu foco é mais nas pastas e carnes.
O México do Epcot e sua pirâmide Maia
O México do Epcot e sua pirâmide Maia
Alguns países possuem atrações. O México, dentro de sua pirâmide Maia, possui um restaurante, o San Ángel Inn e também uma atração chamada Gran Fiesta Tour Starring The Three Caballeros.
Epcot, dois parques em um
World Showcase, no parque Epcot

A lista completa dos 11 países é composta de: (vote no seu Pavilhão preferido aqui)

  1. Mexico,
  2. Noruega,
  3. China,
  4. Alemanha,
  5. Itália,
  6. Estados Unidos,
  7. Japão,
  8. Marrocos,
  9. França,
  10. Reino Unido e
  11. Canadá.
Uma visita somente ao World Showcase, esta parte do Epcot onde ficam os mini-países, já seria justificativa suficiente para uma ida à este incrível parque. Mas lembre-se, existe ainda a outra metade, com muitas outras atrações.

No Future World, alguns dos destaque são:

  • Mission: SPACE – Viagem à Marte com sensação de força G intensa. Há inclusive a sensação de estarmos interagindo com os procedimentos de decolagem e voo no espaço.
  • Test Track Presented by Chevrolet – O clássico simulador de testes de carros agora em versão atualizada. Esta atração acabou de passar por uma reforma completa.
  • Soarin’ – Simulador de voo de Asa Delta sobre a Califórnia sobre o mundo nesta nova versão que abriu em 2016. Você sente realmente a sensação de estar em um voo tranquilo. Quando o voo passava sobre uma plantação de laranjas você sentia claramente o cheiro das laranjas.
  • Spaceship Earth – Viagem pela evolução do homem através das invenções, como a escrita, imprensa, eletricidade, etc. Este é mais educacional (lembra dos críticos?). Mas nem por isto menos interessante. Cada etapa da evolução do homem é representada por robôs (Animatronics). Há inclusive o incêndio na biblioteca de Alexandria.
Jardins do Epcot floridos durante o International Flower & Garden Festival
Jardins do Epcot floridos durante o International Flower & Garden Festival

Epcot ao longo do ano: Epcot International Flower & Garden Festival

De março a meados de maio, ocorre este belíssimo festival de flores e jardins, onde o parque todo é decorado e seus jardins ficam ainda mais bonitos. Diversos personagens são feitos a partir da poda de plantas.
Há também uma série de apresentações musicais com artistas das décadas de 60 e 70.
Haverá também, pela primeira vez, jardim totalmente iluminados que prometem ser muito especiais à noite.
Outra novidade será muito bem-vinda pelos pais de crianças pequenas é a expansão dos playgrounds, já presentes anteriormente. Neste ano serão acrescentados um playground baseado no filme Carros, chamado de Radiator Springs Interactive Raceway.

As bandas que se apresentaram em 2016 foram:

  • The Orchestra Starring Former Members of ELO
    04 de Março à 06 de Março de 2016
    Conhecidos pela música “Evil Woman”
  • STARSHIP Starring Mickey Thomas
    11 de Março à 13 de Maio de 2016
    Conhecidos pela música “We Built This City”
  • Little River Band
    18 de Março à 20 de Março de 2016
    Conhecidos pela música: “Lady”
  • Village People
    25 de Março à 27 de Março de 2016
    Conhecidos pela música “YMCA”
  • Herman’s Hermits Starring Peter Noone
    01 de Abril à 03 de Abril de 2016
    Conhecidos pela música “I’m Henry the VIII, I Am”
  • The Guess Who
    8 de Abril à 10 de Abril de 2016
    Conhecidos pela música “American Woman”
  • Blood, Sweat & Tears featuring Bo Bice – Novo este ano!
    15 de Abril à 17 de Abril de 2016
    Conhecidos pela música “Spinning Wheel”
  • Brian Howe, former lead singer of Bad Company – Novo este ano!
    22 de Abril à 24 de Abril de 2016
    Conhecidos pela música “Can’t Get Enough”
  • Georgia Satellites – Novo este ano!
    29 de Abril à 1 de Maio de 2016
    Conhecidos pela música “Keep Your Hands to Yourself”
  • Gin Blossoms
    06 de Maio à 08 de Maio de 2016
    Conhecidos pela música “Hey Jealousy”
  • Darlene Love – Novo este ano!
    13 de Maio à 15 de Maio de 2016
    Conhecidos pela música “Wait ‘Til My Bobby Gets Home”
  • Night Ranger
    20 de Maio à 22 de Maio de 2016
    Conhecidos pela música“Sister Christian”
  • The Spinners
    27 de Maio à 30 de Maio de 2016
    Conhecidos pela música “Working My Way Back to You”
Tudo isto já seria razão suficiente para uma visita ao Epcot durante este festival. Mas a partir do ano de 2013 este festival passou a contar ainda com uma grande novidade.
Inspirados pelo sucesso dos estandes temáticos do Food & Wine Festival, o Flower & Garden Festival contará também com este diferencial. São vários estandes que oferecerão comida e bebida de diversos países e também da Flórida, em particular.
São, realmente, menos opções (por enquanto) que o Food & Wine Festival oferece, mas são um grande diferencial para o parque. E parece que a tendência é ampliar ainda mais estas opções nos próximos anos. O número de dias do Flower & Garden já ultrapassou o Food & Wine em 2016.

Epcot ao longo do ano:

International Food and Wine Festival
International Food and Wine Festival
Ele acontece entre o final de setembro e o início de novembro.
Exemplo de tamanho da porção no Food and Wine Festival
Exemplo de tamanho da porção no Food and Wine Festival
Neste festival são montados quase 30 estandes de países que não tem presença fixa no World Showcase e também estandes de culinária mais específica. São servidos pratos em pequenas quantidades para degustação. Por serem pequenos, você pode ir passeando pelos estandes e degustando um pouco de cada daquilo que lhe apetece.
Taylor Dayne no Eat to the Beat Concert, no Epcot em 2010
Taylor Dayne no Eat to the Beat Concert, no Epcot em 2010
Outro ponto alto do evento é o The Eat to the Beat Concert que acontece diáriamente com shows ao vivo de músicos e grupos consagrados. Em 2011 assisti ao vivo Taylor Dane, por exemplo.
Banda que tocava músicas dos Beatles no International Food & Wine Festival 2010
Banda que tocava músicas dos Beatles no International Food & Wine Festival 2010
Além do palco principal, bandas menos conhecidas se apresentam ao longo de World Showcase. Na Inglaterra eu assisti uma banda cover dos Beattles.

IllumiNations: Reflections of Earth

IllumiNations: Reflections of Earth, o show de fechamento do dia no Epcot
IllumiNations: Reflections of Earth, o show de fechamento do dia no Epcot
Imperdível show de fechamento do dia que acontece na World Showcase Lagoon. É composto por fogo, fogos de artifício, lasers, jatos d’água e uma trilha sonora memorável.
Este show é bastante concorrido. Em épocas um pouco mais movimentadas é indicado checar o horário (normalmente ocorre às 21h, mas varia ao longo do ano) e chegar cedo para garantir um bom lugar para assistir. Uma antecipação de 45 minutos pode ser o ideal. Nos picos de movimento (entre Natal e ano novo, por exemplo) pode ser difícil conseguir um bom lugar com menos de 1 hora de antecedência.

Considerações Finais

Considero o parque Epcot algo imperdível. Vale muito a pena visitar este grande e diversificado parque. Seja por seu lado cultural e científico, seja pela sua culinária e bela arquitetura. Não deixe de visitá-lo em seus diferentes festivais ao longo do ano.


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