Macae Turismo

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terça-feira, 8 de julho de 2014

10 coisas para fazer em Florença







FONTE: http://www.aprendizdeviajante.com/



Florença

Apesar de eu ter colocado meus pés em Florença pela primeira vez em março de 2013, minha relação com a cidade é mais antiga: participei de um projeto que unia estudantes de Design da Universidade que eu estudava em São Paulo com os da Universidade de Florença há quase 10 anos.
Por causa disso, a cidade pra mim sempre teve um link com arte e criatividade – e eu estava certa! Minha câmera não descansou: não conseguia parar de clicar pois a inspiração está mesmo por todos os lados, do maravilhoso desenho do piso do Duomo (que ficou de fora dessa lista por ser hors concours!) e sua fachada de cair o queixo até a pintura descascada das casas fiorentinas. Aqui estão 10 coisas que pra mim foram essenciais nessa visita, quem sabe inspiram você também!

1. Ver o David de Michelângelo na Accademia

O David é a estrela da Galleria dell’Accademia, e não é por menos: essa obra prima de Michelângelo, feita entre 1501 e 1504 a partir de um bloco de mármore, é uma das coisas mais impressionantes que você vai ver em toda sua vida. O gigante de 5,17 metros tem efeito hipnotizante, é muito difícil desviar o olhar de tantos detalhes e não questionar como alguém pode ter esculpido curvas tão perfeitas em algo tão sólido quanto o mármore.

2. Atravessar a Ponte Vecchio várias vezes ao dia

A ponte medieval que cruza o Rio Arno é uma das jóias de Florença, e apesar de estar sempre cheia de turistas, passar por ela é como atravessar um túnel do tempo – basta um pouco de imaginação pra visualizar o burburinho da ponte alguns séculos atrás. Hoje em dia as lojas que ocupam a ponte de ponta a ponta vendem jóias quase que exclusivamente, mas quem antes fazia comércio ali eram os açougueiros da região. A assimetria das lojas e o jogo de cores fazem com que a Ponte Vecchio seja um prato cheio para fotos.
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Ponte Vecchio

3.Panini e gelato, gelato e panini

As longas caminhadas para explorar a cidade e arredores exigem muita energia! E nada melhor pra dar um “up” nessa energia do que comer um panini de presunto e queijo em qualquer cantinho de Florença. E claro, finalizar com um gelato. Ou então, começar com um gelato, também não é problema né? Florença tem sim ótimos restaurantes, mas essas pausas estratégicas são essenciais e deliciosas!
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Gelato!

4. Visitar o túmulo de Michelângelo na Basílica de Santa Croce

Se você se emocionou ao ver o David na Accademia, precisa visitar a Basílica de Santa Croce, onde está o túmulo de Michelângelo. Criador e uma de suas mais belas criaturas descansam na mesma cidade, e pra mim isso foi bastante emocionante. A Basílica de Santa Croce não é tão conhecida quanto o Duomo, mas (correndo o risco de provocar a ira alheia!) é tão ou mais linda quanto, principalmente seu interior. O ingresso de 6 euros vale demais a pena: além de Michelângelo também está lá Galileu Galilei, e outras dezenas de tombas espalhadas no chão (algumas bem maltratadas pelo tempo). Aproveite também para visitar a loja de souvenirs da Escola do Couro, que funciona lá dentro.
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Basílica de Santa Croce

5. Experimentar a famosa bistecca fiorentina

Apesar de imeditamente pensarmos em massa quando falamos em gastronomia italiana, a estrela da “mesa” de Florença é a bistecca fiorentina (assim, como dois “c” mesmo!). Ela nada mais é que um t-bone grelhado, quase sem tempero, apenas com um pouco de sal e pimenta. O restaurante que escolhemos para experimentar essa maravilha foi o Il Latini: ambiente super agradável com a típica baguncinha italiana que te faz sentir em um grande almoço de domingo!
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Bistecca fiorentina

6. Ficar cara a cara com a Vênus de Botticelli

O Nascimento da Vênus, tela pintada por Sandro Botticelli no fim do século 15, é uma daquelas obras que todo mundo conhece ou já ouviu falar, independente se gosta ou não de arte. Existem centenas de explicações para cada milímetro quadrado da pintura – aparentemente tudo que está representado ali tem uma explicação de ser. Eu lembro direitinho quando em uma aula de história na escola minha professora a usou como referência para falar sobre o Renascimento. Pois ela fica na Uffizi, o maior e mais famoso museu de Florença. Para não enfrentar a fila quilométrica, compre o ingresso com antecedência pela internet.

7. Ver a cidade do alto na Piazzale Michelângelo

Pra tirar foto “cartão postal” de Florença, não tem erro: suba até a Piazzale Michelangelo. Vale muito a pena sair do burburinho do centro da cidade e caminhar até lá. A subida pode até ser um pouco cansativa, mas chegando lá em cima você esquece o esforço. Depois de tirar muitas fotos, dê uma paradinha numa espécie de quiosque que fica quase ao lado da escadaria e tome um latte macchiato.
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Piazzale Michelangelo

8. Reservar uma mesa para jantar no divino Il Santo Bevitore

Raramente eu lembro dos nomes dos restaurantes que vamos quando viajamos. Mas fiquei totalmente obcecada pelo Il Santo Bevitore – tentamos inclusive repetir a dose de tanto que gostamos, mas infelizmente estava lotado. Tudo ali é bacana: o ambiente, o atendimento, a comida, o vinho e até o preço (comparando com outros restaurantes que visitamos, o Il Santo é disparado o melhor em custo benefício). Não deixe de começar com uma tábua de frios ou queijos, e intercalar a entrada e o prato principal com uma garrafa de Chianti clássico, que é produzido ali pertinho em vinícolas orgânicas.
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Il Santo Bevitore

9. Comprar massas, temperos e outras delicinhas gastrônomicas no Mercado Central

Mercado Central pode não ter nada de extraordinário: é um mercado de comida como os de tantas outras cidades, onde você pode comprar várias coisas pra levar pra casa, como massas, temperos, pães e bebidas. E o bacana é justamente isso, ele serve os moradores da cidade também, não é apenas pra turista ver. É possível almoçar por lá em um dos restaurantes, por um preço bem honesto. Sem frescuras, mas a certeza de um prato super bem servido.
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Mercado Central

10. Apreciar arte em um espaço público, na Piazza della Signoria

A Piazza della Signoria fica em frente ao Palazzo Vecchio e é uma verdadeira galeria de esculturas a céu aberto. Por ali você vai encontrar uma réplica do David de Michelângelo e também do Marzocco de Donatello – o leão que é símbolo de Florença. A praça é também uma espécie de “ponto de encontro” para eventos políticos e manifestações. Li em algum lugar que muita gente a considera a sala de estar de Florença, achei essa descrição perfeita!
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Piazza della Signoria
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terça-feira, 1 de julho de 2014

Roteiro de 5 Dias em Paris

FONTE:http://www.aprendizdeviajante.com/index.php/2014/05/31/roteiro-de-5-dias-em-paris/

Paris
Esse Roteiro de 5 dias em Paris foi publicado originalmente na Revista Aprendiz de Viajante #5 que você pode baixar gratuitamente e imprimir.

Paris foi um caso de amor à primeira vista. Ainda lembro da minha primeira viagem como se fosse hoje: de andar pela cidade maravilhada, me sentindo dentro de um livro de história, em dias de verão que não acabavam nunca. Tenho gravada na memória a minha primeira vez no Arco do Triunfo, eram mais de 9 da noite e o sol estava se pondo, deixando o céu em tons de rosa enquanto eu apreciava a vista lá de cima. Foi uma viagem intensa, 7 dias com um guia francês (radicado no Brasil), um professor de arte, que queria mostrar o máximo possível da sua querida Paris para um bando de estudantes de arte e arquitetura. O melhor dia foi quando me perdi do grupo (eu e o meu namorado na época) e fomos literalmente descobrindo a cidade, andando sem mapa, sem saber nada, dando de cara com a Notre Dame, com a Torre Eiffel, tentando ligar pro hotel para saber onde encontrar o nosso grupo – mas a gente não falava francês e o pessoal do hotel não falava nem inglês nem português, e fomos para os lugares errados. Que bom! Nada se compara a estar andando sem rumo e dar de cara com a Torre Eiffel, foi melhor do que se a gente tivesse ido até lá de propósito.
Voltei outras duas vezes a Paris, 7 dias a cada vez, em outras estações e com outras companhias, mas o que não mudou foi a minha paixão pela cidade. E acredite, ainda tenho muito o que ver. Se você vai pela primeira vez, não desanime: Paris é uma cidade para muitas viagens, a não ser que você resolva se mudar para lá e passar uma vida explorando cada cantinho. O que não seria uma má ideia…

Roteiro de 5 Dias em Paris

O roteiro de 5 dias é uma mistura de várias das minhas viagens, e tem uma ou outra coisa que ainda não fiz mas quero fazer. Da última vez que estive em Paris, em 2011 na primavera, eu estava grávida e com a minha filha na época com 3 anos, então foi uma viagem bem devagar.
Mas Paris fica melhor assim, quando é saboreada lentamente, vendo a vida passar nos belos jardins floridos, comendo um sanduíche na baguette enquanto as crianças correm atrás dos pombos. Se você não tem tempo para isso agora, tudo bem, volte futuramente para descobrir a Paris do dia-a-dia que os turistas apressados não conseguem ver. Um dia eu fui uma destas turistas – e não foi um problema não. O bom é voltar e poder experimentar a cidade de várias formas.

DIA 1 Do Musée D’orsay à Torre Eiffel

Mapa dia 1 Paris
Sugiro que você comece a sua primeira manhã com o Musée D’Orsay, a antiga estação de trem que foi reformada e virou esse museu fantástico, à beira do Sena. Você pode comprar o Paris Museum Pass na bilheteria ali mesmo, nós compramos e achei que valeu a pena (o passe inclui atrações diversas na cidade, não apenas museus, e você poupa além de dinheiro, tempo em filas). O Musée D’Orsay tem uma coleção de quadros Impressionistas de chorar de emoção (lembre-se, eu era estudante de arte e design, e quase chorei mesmo quando vi esses quadros a primeira vez, me dê um desconto!). O meu preferido até hoje é A Igreja de Auvers, de Van Gogh, de um azul tão profundo que parece vibrar, nenhuma foto em nenhum livro de arte consegue mostrar aquele azul. Atualmente não se pode mais fotografar dentro do Musée D’Orsay, as minhas fotos são ainda da época em que era permitido. Não deixe de ver a maquete detalhadíssima do prédio da Ópera de Paris, tão perfeita que realmente é uma obra de arte.
Saia do museu e vá andando pelo 7º arrondissement, na direção do Musée Rodin, e almoce em um dos restaurantes por ali mesmo. Passe em alguma pâtisserie e prove um dos macarons coloridos ou outros doces divinos que os franceses fazem tão bem – éclairs, mil-folhas, tartes (tortinhas diversas)…Na categoria sobremesas mas não na pâtisserie, lembro bem do sorvete de mirtillo que tomei na minha primeira viagem, a frutinha azul arroxeada que na época não conhecia, blueberriesem inglês. Para quem adora esses docinhos, recomendo o site Paris Pâtisseries, que dá as dicas dos melhores doces e pâtisseries na cidade. Não me responsabilizo pelos quilos que você vai ganhar ao final da viagem!
Dependendo da hora e do seu interesse, visite o Musée Rodin, que é uma das coisas que eu ainda não fiz e estava no meu roteiro todas as vezes. O horário nunca deu certo pra mim, mas tudo bem, é mais um motivo para voltar. Do Musée Rodin você tem duas opções: caminhar até a Torre Eiffel ou pegar o metrô até a estação Trocadéro. Pode não fazer muito sentido olhando no mapa, mas pra mim o melhor jeito de ver a Torre Eiffel é do Trocadéro, e vale o detour. Vejam as fotos e me digam se não concordam comigo! A minha filha ficou absolutamente enlouquecida quando viu a Torre, ela começou a dançar, rodar, posar pra fotos, tudo ao mesmo tempo. Dali você anda pelos Jardins do Trocadéro em direção a Torre, e dependendo da época do ano, esses jardins estarão maravilhosos – na primavera estavam cheios de tulipas, jacintos e cerejeiras em flor.
A Torre Eiffel foi a atração preferida da Julia em Paris
A Torre Eiffel foi a atração preferida da Julia em Paris
E aí você vai chegando pertinho dela, a famosa Torre que era pra ser temporária, construída para a Exposição Mundial de 1889, e que acabou ficando e se tornando o símbolo da cidade. Eu nem imaginava que a torre em si fosse tão bonita, o trabalho em metal é cheio de detalhes ornamentais, e vê-la de perto foi muito emocionante. Entre na fila para comprar os ingressos para subir, ou suba de escada se tiver coragem. Você pode comprar ingressos antecipados pela internet, mas eu pessoalmente me recuso a fazer isso e ter que subir em um dia de chuva ou nublado, mas aí é decisão de cada um. A fila pode ser bem grande, tem épocas do ano que chega a mais de 2 horas, escolha o que fizer sentido para você. Eu gosto de subir até o segundo observatório, já fui até o 3º, lááá no topo, mas acho a vista do 2º melhor, porque você consegue identificar bem os monumentos e prédios importantes e eles tem ainda um tamanho interessante. Claro que isso é questão de gosto, recomendo que todo mundo suba até o alto pelo menos uma vez para decidir o que prefere. Também prefiro subir no final do dia para pegar o pôr-do-sol lá de cima, tirar fotos com a luz do dia e à noite, e ver a torre se acender e piscar pela primeira vez. A minha filha e meu marido ficaram literalmente assistindo boquiabertos. É lindo, não tem outra palavra melhor.
Se dinheiro não for problema, você pode jantar no restaurante no topo, o Le Jules Verne, que é considerado super romântico (e a comida é muito elogiada também, do prestigiado chef Alain Ducasse). Na hora de ir embora, não esqueça de se afastar da Torre para apreciá-la acesa, à noite. Foi um primeiro dia incrível? Se prepare que o segundo dia vai ser tanto quanto!

DIA 2 Do Louvre ao Arco do Triunfo

Mapa dia 2 Paris
Comece a sua manhã no maior museu do mundo, o Museu do Louvre. Para quem não sabe, o Louvre começou como uma fortaleza e depois passou a ser o Palácio Real. Quando o rei Luis XIV se mudou com a corte para Versalhes, o Louvre foi transformado em museu para exibir parte da coleção real. O prédio em si já valeria uma visita mesmo se não tivesse uma das coleções de arte mais valiosas do mundo ali dentro. O Louvre é gigantesco e você poderia facilmente passar muitos dias ali dentro, então saiba o que você quer ver e tenha um plano antes de entrar, a não ser que você tenha muitos dias na cidade (nesse caso sinta-se a vontade para se perder pelo Louvre o dia inteiro). Dependendo da hora, você pode tomar o café da manhã ou almoçar no Paul, que fica ali no subsolo, e tem sanduíches ótimos na baguette, quiches e saladinhas. 
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Top 10 do Louvre

1- Monalisa, de Leonardo da Vinci
2- Venus de Milo, estátua grega de aprox 100 a.C.
3- Vitória de Samotrácia, estátua grega de aprox 190 a.C
4- Múmias e sarcófagos na seção Egípcia, Ala Denon
5- Esculturas na seção Etrusca e romana, ala denon
6- As Pirâmides de vidro (do lado de fora) e a pirâmide invertida (dentro)
7- A Coroação de Napoleão, quadro de Jacques-Louis David
8- A Virgem dos Rochedos, quadro de Leonardo da Vinci
9- Psiquê revivida pelo beijo de Eros, escultura em mámore de Antonio Canova de aprox 1787
10- O Escravo Moribundo, escultura de Michelangelo de aprox 1516
Depois de passar algumas horas no Louvre, vamos sair do museu e andar pela cidade: veja o Arco do Triunfo do Carrossel, que foi construído antes do Arco do Triunfo e ficava em frente ao Palácio das Tulherias, que foi destruído por um incêndio. Você pode seguir caminhando pelo lindo Jardim das Tulherias ou fazer um desvio e dar uma passada no Palais Royal, que tem as divertidas colunas listradas que rendem ótimas fotos e também um belo jardim. Ao final do Jardim das Tulherias você estará na Place de la Concorde (e antes disso no Musée L’Orangerie, pequenino, que tem 8 painéis imensos das ninféias de Monet, entre outras obras impressionistas). E aí a decisão é sua: entrar no museu, continuar andando passando pelo Grand Palais e Petit Palais, e seguir pela Avenida Champs Elysées até o Arco do Triunfo, lááá no final, ou pegar um metrô até o Arco para salvar os pés um pouquinho. Você pode pegar o metrô na estação Concorde ou naChamps-Elysées Clemenceau, em frente ao Grand Palais. São 2.6 km da Place de la Concorde até o Arco. Pessoalmente não recomendo ir andando porque você vai precisar subir os 284 graus do Arco do Triunfo depois de andar isso tudo. Mas se você não vai subir, gaste a sola dos sapatos andando mesmo. Vá parando para ver as muitas lojas lindas da Champs Elysées. Você pode tomar um chá com macarons na Ladurée como nós fizemos, ou na concorrente Pierre Hermé. As duas são renomadas pelos seus macarons, e aconselho experimentar os dois para tirar a prova!
Se você pegou o metrô, desça na estação George V, e aí caminhe até o Arco do Triunfo, que foi inaugurado em 1836 comemorando as vitórias militares de Napoleão Bonaparte. Você pode ir direto até a estação Charles de Gaulle – Étoile, mas vai sair bem embaixo do Arco, o que não rende as melhores fotos. Aprecie a arquitetura do arco, suas esculturas, veja o túmulo do soldado desconhecido, uma homenagem a todos os soldados que morreram na Primeira Guerra Mundial, e encare a escadaria até o topo. Tem muita gente que não sobe, mas eu adoro a vista do Arco, acho que vale muito a pena subir pelo menos uma vez.
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Como ele fica no meio da Étoile (estrela) que é uma praça circular na convergência de 12 ruas e avenidas, a vista lá de cima é muito bacana – a Torre Eiffel pertinho, o Arco de La Defense ao longe, a linda Champs Elysées em frente. Só não subi da última vez porque estava grávida, senão tinha ido novamente. Depois de aprecisar a vista, desça e vá descansar os pés em algum café ou restaurante nas ruas menores ao redor da Champs Elysées. Uma palavra sobre restaurantes em Paris: é difícil achar bons restaurantes perto das atrações turísticas, porque eles normalmente são voltados aos turistas e justamente por isso, mais caros e não tão bons quanto os restaurantes direcionados aos moradores. Se você não liga pra isso, beleza, mas se você quer comer bem, vai ter um trabalhinho pra encontrar os lugares legais. Recomendo usar sites e apps de reviews de restaurantes, como o Yelp, pra não cair nas roubadas. Nessa área o bistrô Le Hide tem excelentes reviews, mas não é baratinho.

DIA 3 – Contraste do moderno e medieval

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Comece o terceiro dia visitando o Centre Georges Pompidou, que é o museu de arte moderna de Paris. O prédio de 1977 se destaca de tudo ao seu redor, uma estrutura de metal com fiações e tubulações coloridas expostas, que causou reações indignadas dos parisienses na época. Ao lado fica a Fonte Stravinsky, com suas esculturas coloridíssimas e muito loucas. Tem sempre artistas de rua nessa área, barraquinhas vendendo crepe de nutella, cafés e restaurantes transbordando de gente. O museu tem obras importantes (e polêmicas!) de vários artistas famosos como Duchamp, Dalí, Pollock, Kandinsky, Andy Warhol, Picasso, Léger, Munch, Roy Lichtenstein, entre outros. Para quem entende uma das 5 línguas do AudioGuide (não tem português), recomendo alugar um, porque para quem não conhece arte moderna é difícil mesmo entender qual é o motivo daquilo tudo ali. Não deixe de apreciar a vista panorâmica do alto do prédio (se quiser você pode comprar um ingresso mais barato só pra isso). O restaurante no topo também é super bem falado, e tem a bela vista. Você pode almoçar ali ou seguir para a Île St Louis.
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Se não gosta de Arte Moderna e não quer nem tentar o Pompidou, comece o dia pela Île St Louis. Essa ilha pequenininha e linda tem um monte de lojas de rua cheia de coisas interessantes, de marionetes a produtos de design modernos e coloridos na Pylones, passando por azeites, doces, bijuterias, mas não pense que são lojas de souvernirs vagabundos para turistas não, tudo com muito bom gosto (as lojas ficam na Rue St Louis en l’ile). Almoçamos na creperia Au Lys d’Argent, pequenina e deliciosa. Galettes são crepes de trigo sarraceno, então eles não são branquinhos como os crepes de farinha de trigo. Todos os crepes que pedimos estavam deliciosos, e os preços bem razoáveis. Depois do almoço passamos para tomar o sorvete mais famoso de Paris na Maison Berthillon. É realmente delicioso, tomei o de avelãs, divino. Cuidado com a hora nas lojinhas, porque as igrejas não fecham muito tarde. Continue andando até atravessar a ponte que liga a Île St Louis à Île de la Cité, que é onde fica a Catedral de Notre Dame.
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Entre pelo jardim dos fundos da Notre Dame, que na primavera fica lindíssimo cheio de tulipas. Dê a volta apreciando a arquitetura gótica da Igreja que começou a ser construída em 1163 e só realmente foi finalizada mais de 200 anos depois. Entre na Notre Dame e aprecie os vitrais lindíssimos e a meia-luz de uma catedral gótica, com suas centenas de velas, estátuas e o teto altíssimo. Nós entramos num domingo a tarde, bem na hora da missa (acidentalmente) e o órgão de tubos estava tocando, foi incrível. Se você tiver pernas para isso, suba a escadaria até o alto das torres, para uma bela vista da cidade. Eu ainda não fiz isso, das primeiras vezes a fila estava monstruosa, e da última vez, grávida, não encarei. Mas está na lista pra quando eu voltar à cidade!
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Saindo da Notre Dame, siga em frente para visitar a Sainte Chapelle, que eu considero a igreja mais bonita que já vi na vida. Aliás, eu recomendo visitar a Notre Dame primeiro, porque eu visitei a Sainte Chapelle primeiro e achei a Notre Dame sem graça depois (questão de opinião, mas enfim, a Sainte Chapelle pra mim é incomparável). A fila costuma ser sempre grande e não tem uma fila separada pra quem tem o Paris Museum Pass, então tem que encarar. Você vai ter até que passar por detector de metais, porque é o mesmo complexo do Palais de Justice, então a segurança é forte.
Você entra nesta igreja gótica medieval de 1248 pela capela inferior, que já é bonita, e depois sobe os degraus circulares para a capela superior, e quando entra…o seu queixo cai no chão. Mas não pare embasbacado na porta, por favor, porque tem muita gente subindo atrás de você (as pessoas vivem fazendo isso, o choque é grande). As paredes altíssimas são cobertas por vitrais, é uma visão espetacular. Obviamente a luz externa vai influir – se o dia for de sol e muita luz, os vitrais ficarão ainda mais bonitos e coloridos, e se for o fim do dia com pouca luz ou nublado, as cores não vão ser tão impressionantes (nesse caso é melhor inverter a ordem e passar na Notre Dame mais tarde). O Brasil nem sonhava em ser descoberto e essa maravilha já estava de pé. Impressionante.
Se tiver tempo ainda, pode visitar a Conciergerie, a prisão famosa onde ficou Maria Antonieta e centenas de prisioneiros da Revolução Francesa.
Jante na margem esquerda do Sena, em um dos muitos restaurantes ao redor do Quartier Latin, no 5º arrondissement, ou no 6º arrondissement, entre a Île de la Cité e o Jardim de Luxemburgo. Um restaurante que experimentamos ali foi o Le Mauzac, comi um pato com cogumelos delicioso.
Quando for visitar a Notre Dame, atravesse a rua (37 Rue de la Bucherie) e vá conhecer a livraria Shakespeare & Co.

DIA 4  – Saindo de Paris

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Pensei muito no que recomendar pra esse dia, porque você ainda tem muita coisa pra ver, mas decidi deixar a minha sugestão para sair de Paris e ir até o Palácio de Versailles ou a Giverny, fora da cidade. Se estiver com crianças, tem ainda a Disneyland Paris ou o Parc Astérix como opções.
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O Parc Astérix só funciona de abril a outubro. Giverny é uma ótima opção mas tem que ser na época certa do ano – meados da primavera até o final do verão, para ver os jardins realmente no seu esplendor (veja matéria sobre Giverny nesta edição). O Palácio de Versailles é magnífico em qualquer época, mas fica ainda mais bonito com seus jardins floridos na primavera e verão. Meu voto fica para Versailles, o palácio do Rei Sol Luís XIV, que construiu o palácio mais opulento do mundo. Parar ir é só pegar o RER C para Versailles – Rive Gauche e andar 10 minutos até o palácio. Fica bem cheio, nunca vi a fila pequena para entrar.
Outras alternativas: passear pela margem esqueda do Sena: Jardim de Luxemburgo, Pantheon, Place de La Sorbonne, Igreja St Sulpice, Musée Rodin (se nao foi no 1o dia) e Le Grand Epicerie de Paris.
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E ainda: ir até a Place de la Bastille, se perder pelo Marais, passar na Place des Vosges, e fazer qualquer coisa que você ainda não tenha conseguido fazer dos dias anteriores.

DIA 5 – Da Ópera a Montmartre

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Comece andando pela Avenue de l’Opera rumo � Ópera: Palais Garnier, o prédio lindíssimo que foi construído entre 1861-1875 para abrigar a Ópera de Paris. O ingresso dá direito a entrar no prédio, mas nem sempre você consegue visitar o teatro, por causa de ensaios. O melhor mesmo é conseguir comprar um ingresso para um espetáculo, mas aí vai depender do calendário de shows bater com as datas da sua viagem, e nem sempre eles cabem no bolso. Saindo dali, dê uma passadinha nas Galeries Lafayette, a meca das compras parisienses, que foi inaugurada em 1895 e passou por várias expansões até ocupar a área que tem hoje. É uma loja de departamentos super elegante.
Curiosidade: se você gosta de comida japonesa, a Rue Sainte-Anne ali perto tem vários restaurantes japoneses autênticos, a comida maravilhosa e os preços razoáveis (dependendo do restaurante, claro). Pode valer a pena almoçar em um deles (os dois que eu fui estavam ótimos, infelizmente não tenho mais os nomes).
Caminhe em direção a Place de la Madeleine, passando na frente do tradicionalíssimo Café de la Paix, que era frequentado pela alta sociedade da Belle Époque francesa. Se você quiser experimentar, prepare o bolso, é um dos melhores cafés da cidade e cobra por isso.
Você vai chegar � Igreja de La Madeleine e a Place de mesmo nome. A famosa casa de produtos gourmets Fauchon está ali, eu adoro os chás deles, mas a loja inteira é uma perdição. Pegue o metrô na estação Madeleine até Pigalle, Blanche ou Abbesses, rumo a Montmartre.
Vá subindo as ruas estreitas de Montmartre até a Place du Tertre, que é a praça dos artistas que fica lá no alto da colina. Não aconselho subir ou descer a pé pelas escadas em frente a Basílica de Sacré-Coeur, porque ali tem um grande número de histórias de golpes com turistas, vendedores abusados e agressivos e afins, evite. Já peguei o metrô até Blanche ou Pigalle e fui andando até aPlace du Tertre pelas ruas pequeninas e suas escadarias.
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Montmartre foi ponto de encontro de artistas, principalmente dos pintores impressionistas, e muitos pintores conhecidos já moraram ou tiveram estúdio no local, como Camille Pissarro, Salvador Dalí, Monet, Picasso, Matisse e Van Gogh. O bairro acabou aparecendo em inúmeros quadros por causa disso – o cabaré Moulin Rouge fica ao pé da colina (perto da estação de metrô Blanche). A Place du Tertre até hoje concentra os artistas locais vendendo seus trabalhos e alguns pintando na hora, sob encomenda, e você pode ter o seu retrato feito na hora se quiser.
Um pequeno museu com trabalhos de Salvador Dalí, o Espace Dalí, fica pertinho da praça. O caféLes Deux Moulins, do famoso filme Amélie Poulain, também fica em Montmartre. E é claro, a Igreja Sacré-Coeur, que pode ser vista de várias partes da cidade, com suas cúpulas sempre brancas e uma bela vista de Paris. A Igreja é bem bonita por dentro, mas não é permitido fotografar.
E para encerrar a sua viagem, um passeio de barco pelo Rio Sena, nos clássicos Bateaux Mouches, passando por vários pontos importantes da cidade se acendendo no final do dia (eles tem passeios com jantar também). Au revoir!
Que tal conhecer agora pessoalmente essa linda cidade. Entre agora mesmo em contato com a Macaé Turismo e solicite já seu orçamento sem compromisso. Acesse nosso site: www.macaeturismo.com.br ou ligue já para gente: 2791-3462/3051-6826/ 99790-8507 (wats app)                                                                                                          

domingo, 22 de junho de 2014

Dicas e procedimentos para tirar o visto americano

Postado por Flávia Peixoto / em 30 abril, 2012

dicas para conseguir o seu visto para os EUA

dicas para conseguir o seu visto para os EUA

Tirar o visto para os Estados Unidos ainda é burocrático e ainda deixa muitos turistas receosos quanto ao processo. Além desse temor, a taxa é cara (US$ 160) e não é devolvida caso o visto seja negado. Enfim, apesar de toda melhora do processo, principalmente se formos comparar com 10 anos atrás, ainda é preciso planejamento, organização e sorte (vou explicar depois o porquê) para que tudo dê certo.
Primeiro passo: Preencher o formulário DS-160. 
O formulário é em inglês, portanto se não tem familiaridade com a língua o ideal é pedir que alguém que tenha te ajude. Primeira coisa a fazer antes de começar a preencher: juntar toda a documentação que vai precisar, como: passaportes (atual e antigos, se houver); datas de viagens anteriores e informações de contato de onde ficará nos EUA. Se ainda não souber onde vai ficar, coloque apenas N/A (not available, não está disponível). Não deixe em branco!
Fique atento às perguntas, não deixando de responder nada. Uma dica, até porque eu passeio por isso há pouco tempo fazendo a solicitação de uma família com 6 pessoas.. SALVE sempre, pois o site fica instável de vez em quando e você pode perder tudo que fez! Não esquecer de imprimir a página de confirmação!
O site da Embaixada Americana tem um arquivo ensinando a preencher o formulário caso ainda tenha alguma dúvida.
Segundo passoPagar a taxa de US$ 160 (MRV). Isso pode ser feito pelo site, com cartão de crédito, por telefone, em dinheiro em qualquer agência do Citibank  e boleto bancário. Lembrando que a taxa é válida por um ano a partir da data de pagamento.
Terceiro passo - Entrevista: Não esquecer de levar o comprovante de pagamento da taxa, passaporte válido com até seis meses de validade a partir da data da viagem e a página de confirmação do formulário DS-160 impressa. Não custa nada levar mais uma foto 5×7, já ouvi que às vezes o formulário aceita mas não fica tão bom.
Como a maior preocupação é que as pessoas entrem nos EUA para morar, leve todo tipo de documentação que prove,  demonstre que você tem vínculos fortes com o país, como carteira de trabalho, declaração de imposto de renda, contra-cheques, extratos bancários, documento de carro e imóvel em seu nome, se for estudante, levar declaração da instituição de ensino. Se alguém está custeando a viagem, também é preciso levar documentação da pessoa: declaração de imposto de renda, cópia CPF e identidade, documentação de imóveis e carros, comprovante de residência e extratos bancários.
Após esse passo, existem três finais possíveis:
1) Seu visto foi concedido!
2)  Seu visto foi negado. Nesse caso você vai receber uma carta explicando o motivo da recusa. Se o motivo for documentação, vai estar marcado 221(g) na carta, basta enviar para o lugar indicado os documentos solicitados para terminar o processo. Isso pode ser feito no prazo de 1 ano, caso contrário o processo será encerrado. Se o motivo for 214(b), significa que você não está qualificado de acordo com as normas de imigração dos EUA para receber o visto. Nesse caso, é preciso realizar o procedimento todo de novo, incluindo o pagamento da taxa, e ainda comprovar o que mudou entre uma solicitação e outra.
3) Seu pedido foi encaminhado para Processo Administrativo Adicional. Você será contactado caso seja necessário enviar mais alguma documentação ou informação e é preciso aguardar. Isso pode ocorrer quando existe algum problema com um homônimo e eles precisam de mais tempo para checar as informações.

Espero que tenha ajudado e desejo boa sorte a todos! Se alguém tiver algum caso ou dicas a respeito do assunto, comente no post pois isso pode ajudar outras pessoas!
Post atualizado em 15/06/2013
Nota sobre a alteração dos procedimentos em vigor desde abril de 2012:
Dia 30 de abril de 2012, entrou em vigor a mudança no processo de solicitação de visto no Brasil feita pela Missão Diplomática dos Estados Unidos. Um novo site foi lançado http://brazil.usvisa-info.com , onde poderão ser feitas as solicitações, agendamentos e tirar dúvidas.
No dia 7 de maio de 2012, serão abertos Centros de Atendimento ao Solicitante de Visto em Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.  O novo sistema será mais barato e os centros funcionarão em horário flexível no dias úteis e abrirão inclusive aos domingos. A expectativa é que esses centros irão reduzir o tempo de espera e tornar o processo mais conveniente para os solicitantes.
Atualmente, cada solicitante paga 38,00 reais para o agendamento da entrevista, 160,00 dólares pela taxa de solicitação de visto (MRV) e um valor aproximado de 40,00 reais pelo serviço de entrega do passaporte com o visto. A partir de hoje,  o solicitante pagará uma taxa única de 160,00 dólares que incluirá o agendamento da entrevista, taxa de solicitação de visto (MRV) e a entrega do passaporte.
Quem estava  com entrevista já agendada receberá um e-mail com as instruções de como proceder. Solicitante que não receber esse e-mail poderá ter acesso às instruções através do site.
A partir de hoje, 30 de abril, os solicitantes deverão seguir essas instruções para solicitação de visto:
  1. Preencher o formulário DS-160: https://ceac.state.gov/genniv/
  2. Pagar a taxa de solicitação de visto de 160,00 dólares (taxa única). O pagamento poderá ser efetuado com cartão de crédito pelo site do agendamento, por telefone, em dinheiro em qualquer agência do Citibank, devendo imprimir uma ficha de depósito com a quantia correta da MRV e o número do recibo. Outra opção é pagar por boleto bancário. Não haverá mais uma taxa separada para agendamento ou para envio do passaporte.
  3. Agendar a entrevista pelo site ou pelo Call Center.
  4. Comparecer a um dos Centros de Atendimento ao Solicitante de Visto para coleta dos dados biométricos (impressões digitais e foto), levando o passaporte válido e a página de confirmação do formulário DS-160. Solicitantes acima de 66 anos ou com até 15 anos estão isentos da coleta de impressões digitais. Os mesmos ou seus representantes deverão entregar uma fotografia 5×7 e a página da confirmação do formulário DS-160 no centro de atendimento. Informações sobre os requisitos para imagens digitais: Fotos digitais do Departamento de Estado
  5. Comparecer à entrevista, se for solicitado, na embaixada ou em um dos consulados. Solicitantes deverão apresentar o passaporte válido e a página de confirmação com o código de barras do formulário DS-160.
  6. Solicitantes qualificados ao visto poderão receber o passaporte com visto em domicílio ou em local pré-escolhido.


Mais informações sobre o novo processo de visto, visite o site:http://portuguese.brazil.usembassy.gov/pt/faqs_gss.html


terça-feira, 15 de abril de 2014

Visto para os Estados Unidos: Passo a Passo para Solicitação a partir de 30 de Abril

FONTE: http://www.aprendizdeviajante.com/index.php/2012/04/20/visto-para-os-estados-unidos-passo-a-passo-para-solicitacao/

US-VISA

Em comunicado oficial, a Embaixada e Consulados Americanos no Brasil anunciaram mudanças a partir de 30 de Abril. As mudanças visam diminuir o tempo de espera e estão basicamente dividindo o processo em etapas. Aqui a minha versão simplificada para que vocês entendam exatamente o que vai acontecer.
Passo a Passo para Solitação de Visto Americano a partir de 30 de Abril 
  1. Preencha no site https://ceac.state.gov/genniv/ o formulário  DS-160
  2. Pague a taxa unica de solicitação de visto de 160,00 dólares. Não haverá mais uma taxa separada para agendamento ou para envio do passaporte. Efetue o pagamento com cartão de crédito pelo site do agendamento, por telefone, em dinheiro em qualquer agência do Citibank, ou por boleto bancário.
  3. Agende a visita a um dos CASV pelo novo site http://usvisa-info.com/pt-BR/selfservice/login (a partir de 30 de abril)  ou pelo Call Center. Agende também a entrevista no Consulado/Embaixada se necessário. Essa visita poderá ser feita no dia seguinte da visita ao CASV ou em até 8 dias depois.
  4. Compareça a um dos CASV – Centros de Atendimento ao Solicitante de Visto para coleta de impressões digitais e foto, levando o passaporte válido e a página de confirmação do formulário DS-160. Solicitantes acima de 66 anos ou com até 15 anos estão isentos da coleta de impressões digitais. Os mesmos ou seus representantes deverão entregar uma fotografia 5×7 e a página da confirmação do formulário DS-160 no centro de atendimento. Informações sobre os requisitos para imagens digitais: Fotos digitais do Departamento de Estado
  5. Compareça a entrevista, se for solicitado, na embaixada ou em um dos consulados. Solicitantes deverão apresentar o passaporte válido e a página de confirmação com o código de barras do formulário DS-160.
  6. Se o visto for concedido, será possível receber o visto em casa em um local da DHS pré-escolhido.
O que muda? 
- Novo call center e website para informações e agendamento de entrevista que foram lançados em 30 de abril de 2012: http://usvisa-info.com/pt-BR/selfservice/login
- Novos centros de atendimento em capitais brasileiras a partir de 7 de maio de 2012 - Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Clique aqui para lista completa dos novos centros de atendimento ao soliciante de visto.  Esses centros vão recolher dados biométricos(impressões digitais e fotos) antes que as pessoas compareçam aos consulados do Rio, Recife e São Paulo e embaixada em Brasília.
- Nesse novo processo, a pessoa que vai solicitar o visto responderá uma série de perguntas para determinar se ele deverá comparecer ao Centro de Atendimento ao Solicitantes de Vistos (CASV) e também à Embaixada/ao Consulado ou apenas ao CASV.
- Taxa única de US$160.00 para agendamento, visto e entrega do passaporte. Anteriormente pagava-se por cada um separadamente.
- O pagamento pode ser feito por cartão de crédito no site do agendamento, por boleto bancário, por telefone ou em dinheiro nas agências do Citibank.
E quem já agendou?
- No dia 30 de Abril, quem já agendou deve receber um email com instruções de como proceder. Para os demais, veja instruções na nova página a partir de 30 de abril.
Quanto tempo está levando para agendar uma entrevista ou para o processamento do visto?
Nesse links é possível saber o tempo de espera para entrevista e o tempo de processamento para o visto americano.
Atualizado em 27/04/2012: Mandei as perguntas abaixo para o Departamento de Estado e recebi a resposta de um oficial do escritório de Vistos do Departamento de Estado:
1. Quando os solicitantes saberão se eles terão que ir a um Consulado/Embaixada para a entrevista? Antes ou Depois de irem a CASV?
Solicitantes podem determinar se terão que ir a um Consulado/Embaixada para a entrevista, baseados nas informações do site. (http://portuguese.brazil.usembassy.gov/pt/waiver.html). Se o solicitante escolher fazer seu agendamento através do telefone, um operador irá fazer uma série de perguntas para determinar se terá que fazer um agendamento para entrevista com um Oficial Consular. Se o solicitante fizer seu agendamento online, responderá uma série de perguntas para determinar se terá que ir tanto no CASV (Centro de Atendimento e Serviço ao Visitante) e ao Consulado/Embaixada ou somente ao CASV.
A maioria dos solicitantes saberão se precisarão ir ao consulado para uma entrevista antes de ir ao CASV. Mas lembre-se por favor que a seção consular reserva o direito de entrevistar o solicitante se necessário. Solicitantes que tem que fazer a entrevista e não fizeram o agendamento, serão notificados durante sua ida ao CASV.
2. Se o solicitante tem que ir ao Consulado/Embaixada para a entrevista, o agendamento da entrevista será no mesmo dia que a ida ao CASV para tirar foto e coletar impressões digitais? Solicitantes que não moram em cidades que tenham consulados estão preocupados porque terão que viajar duas vezes para a cidade. Você pode por favor responder a essa questão?
Solicitantes não poderão agendar a visita ao CASV para o mesmo dia que o agendamento da entrevista na Embaixada/Consulado. Solicitantes poderão agendar a visita ao CASV de 1(um) a 8(oito) dias antes de sua entrevista para o visto no Consulado/Embaixada. O agendamento pode ser feito em dias consecutivos para o CASV e Consulado/Embaixada. Os CASV estarão abertos aos domingos para facilitar isto. Exatamente como no sistema antigo, alguns solicitantes terão que viajar para outras cidades para aplicar para o visto. Solicitantes podem ir a qualquer CASV no país, então eles podem escolher uma cidade onde tenham amigos ou parentes se não houver CASV perto deles.
3. Quem está isento da entrevista?
Crianças menores de 15 anos que vão tirar o visto B-2 e idosos com mais de 66 anos que vão tirar o visto B-1 ou B-2 que nunca tenham tido o visto negado.
4. Onde estão localizados os CASV? 
São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Brasília e Belo Horizonte.
BRASÍLIA
Ed. Venâncio 2000 SCS, Qd 8 Bl B – Setor Comercial Sul
Brasilia, DF 70333-900
RIO DE JANEIRO
Lagoa Corporate – R. Humaitá, 275- Humaitá
Rio de Janeiro- RJ 22261-001
SAO PAULO #1
Av. José Maria Whitaker, 370- Vila Mariana
São Paulo- SP 04057-000
SAO PAULO #2
Gualter Building – Av. São Gualter, 308- Alto de Pinheiros
São Paulo- SP 05455-000
RECIFE
Comercial Bandeira – Av. Herculano Bandeira, 949- Pina
Recife- PE 51110-130
BELO HORIZANTE
Ed. Celta – R. Maranhão, 310 – Loja 1 – Santa Efigênia
Belo Horizonte- MG 30150-330
5. Quem estiver renovando o visto precisará passar pela entrevista?
Solicitantes que tem o visto de 5 ou 10 anos para B1, B2, B1/B2 ou na válida completa de  C1/D, F ou M não precisam agendar uma entrevista no Consulado/Embaixada se o visto ainda estiver válido ou tiver expirado nos últimos 48 meses e tenha tido suas impressões digitais coletadas anteriormente e estejam renovando o mesmo tipo de visto.  Solicitantes que tenham visto em todas as outras categorias não precisarão ser entrevistados se estão renovando um visto que tenha sido dado para a validade total permitida e o visto ainda esteja válido ou tenha expirado menos de 12 meses atrás. Para maiores informações veja o site: http://portuguese.brazil.usembassy.gov/pt/renewal.html
Atualizado 11/08/2012 –  A Paula Bicudo acabou de renovar o visto dela, do marido e tirar das duas filhas e fez um passo a passo bem detalhadinho lá no blog dela.
Tem alguma dúvida? Deixe aqui nos comentários que a gente tenta responder.
E agora me respondam? As mudanças fazem alguma diferença para você?
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